INGERIMOS MAIS CALORIAS DO QUE PRECISAMOS
Estima-se que mais de 50 milhões de Ocidentais maiores do que 20 anos enfrentem riscos fatais devido ao excesso de ingestão calórica, os quais não fazem ideia de que estão a arruinar a saúde e a comprometer a sua longevidade. O que a pode surpreender é que estes indivíduos aparentam serem magros e saudáveis. Muitos aderem a uma dieta e programa de exercício. Mas de acordo com uma análise abrangente efectuada por investigadores da clínica Mayo, ainda assim eles ingerem mais calorias do que o seu corpo consegue utilizar. As consequências fatais incluem:
- O quadruplo do riso de s. metabólico
- Aumento do risco de doença cardiovascular
- Anormalidades nas gorduras do sangue
- Hipertensão arterial, nos homens
- O dobro do risco de morte cardíaca, nas mulheres
Este surto de excesso de consumo é um factor de risco independente para virtualmente todas as doenças relacionadas com a idade – desde o cancro e aterosclerose até à artrite e demência. Este também é o principal desafio aos doentes que poderiam beneficiar dos efeitos da restrição calórica. A redução do número de calorias ingeridas, enquanto se mantém um estado nutricional óptimo (menor consumo de H.C. e maior de proteínas) inicia uma resposta anti-aging muito abrangente. A restrição calórica também melhora os biomarcadores de saúde. Ao “ligar” os genes da longevidade, a restrição calórica abranda dramaticamente a patologia do envelhecimento. Embora seja difícil a adesão a este tipo de dieta, há nutrientes que mimetizam este efeito:
- Fisetina contida nos morangos
- Resveratrol
- Pterostilbeno
- Extracto de grainha de uva
- Quercetina
- Chá preto
Estes suplementos activam as sirtuinas que ligam os genes da longevidade, e impedem a glicação. Além disso diminuem a inflamação e o stress oxidativo, ao mesmo tempo que melhoram o desempenho das mitocôndrias – as nossas centrais energéticas. A fisetina é capaz de fazer aumentar os níveis de glutatião.