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Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Sex | 20.04.18

AEROBICA OU PESOS?

Dr. Luís Romariz

Uma nova investigação pela Universidade de Sydney, acrescenta mais motivação para se acrescentar exercício com carga ao plano geral de fitness, pois este representa uma diminuição de risco de morte prematura, nomeadamente por causa de cancro em que este tipo de exercício é melhor do que aeróbica.

Os dados de 80.306 adultos adquiridos durante 14 anos foram analisados para se investigar as associações entre o exercício com pesos e causas de morte por doença cardiovascular e cancro. Os resultados mostram que o exercício com pesos diminui as mortes prematuras em 23%e no caso de cancro em 31%.

O exercício de pesos, só por si, não diminui a mortalidade cardiovascular, daí ser necessário combinar aeróbica com pesos.

Dom | 15.04.18

MAGNESIO, ESTATINAS, COLESTEROL E DOENÇA CARDÍACA

Dr. Luís Romariz

A insuficiência em magnésio é muito comum, especialmente nas pessoas com doença do foro cardiovascular. Tal como qualquer outro músculo, o coração necessita de magnésio. A actual epidemia de doença cardíaca nas mulheres pode ter a ver com o excesso de cálcio prescrito para a osteoporose. Vários estudos publicados na prestigiada revista médica BMJ provaram este facto. Quem toma cálcio de forma isolada (sem vitamina D, K2, e magnésio) vive em média menos 7 anos. O fármaco padrão para o excesso cardíaco de cálcio são os “inibidores de canais de cálcio”, sendo o magnésio o inibidor natural, eficaz e sem efeitos secundários. Os diuréticos são os fármacos mais prescritos para a hipertensão arterial, mas ironicamente exaurem o corpo em magnésio.

Por outro lado, o magnésio é a nossa “estatina” natural, pois modula a enzima que produz colesterol – HMG-CoA redutase. Assim, ajuda a baixar o “mau” colesterol, subindo o “bom” e baixando os triglicerídeos. Outra enzima magnésio-dependente converte os ómega-3 e ómega-6 em eicosanoides anti-inflamatórios e anti-trombóticos. A reter: magnésio nunca é demais!