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Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Seg | 28.01.13

DESCOORDENAÇÃO MUSCULAR

Dr. Luís Romariz

A falta de coordenação muscular pode bem ser o primeiro sintoma de disfunção da tiróide. Se choca frequentemente contra os móveis ou outras coisas, pode ser que tenha um hipotiroidismo. De acordo com as necessidades o nosso cérebro subconsciente – o hipotálamo – segrega a hormona TRH que estimula a pituitária a produzir a hormona estimuladora da tiróide (TSH), a qual faz com que a tiróide produza hormona da tiróide. Ora a 1ª decisão neste ciclo, a produção de TRH, é controlada pela leptina. Esta , é a hormona produzida pelas células de gordura – os adipócitos – para sinalizar ao cérebro a quantidade de energia armazenada e as respectivas acções a tomar. Se tivermos com sobrepeso, a leptina comunica deficientemente com o cérebro e assim a tiróide fica privada de uma sinalização apropriada. Uma alimentação parca em HC e suplementada com iodo, manganésio, zinco, selénio e complexo vitamínico B fará toda a diferença.

Qua | 23.01.13

PRÉ-DIABETES

Dr. Luís Romariz

Milhões de pessoas vivem com diabetes, sem que esta lhes seja diagnosticada! E muitos mais vivem em pré-diabetes não diagnosticada. Cerca de 35% dos adultos poderá ter pré-diabetes sem saber disso, dado que obviamente não há sintomas. A prevenção é a palavra-chave. Os anos perdidos no diagnóstico precoce desta doença, são a chave para o envelhecimento acelerado e morte prematura. A obesidade coloca um risco enorme de vir a desenvolver diabetes. Enquanto alguns factores de risco são imutáveis – sexo, raça, idade e história familiar – outros como a alimentação e o exercício físico, estão perfeitamente ao nosso alcance. Muito mais útil do que o doseamento da glicose em jejum (açúcar), é a determinação da insulina e da tolerância à sobrecarga com açúcar. A Hb A1c diz-nos tudo acerca do controlo do açúcar durante os últimos meses. Diversos factores poem em risco desta patologia:

  • ·        Gordura visceral
  • ·        Inactividade
  • ·        História familiar de diabetes
  • ·        Idade superior a 45 anos e outras raças que não a caucasiana
  • ·        Ter desenvolvido diabetes gestacional durante uma gravidez

A doença não controlada leva a:

  • ·        Lesão nervosa com neuropatia diabética
  • ·        Cegueira por retinopatia
  • ·        Doença cardiovascular e AVC
  • ·        Insuficiência renal
  • ·      Envelhecimento acelerado e  morte prematura
Seg | 21.01.13

PERDA MASSA MUSCULAR

Dr. Luís Romariz

Tal como espectável, as pessoas mais idosas com uma grande perda de massa e força musculares – condição conhecida como sarcopenia – tendem a sofrer um risco aumentado de morte prematura: a sarcopenia tem sido usada como um biomarcador de fragilidade e mau prognóstico nos idosos. Após se analisarem os dados de estudos clínicos sobre envelhecimento e longevidade (Aging and Longevity Study) chegou-se à conclusão que os participantes com maior sarcopenia eram os que tinham um risco de morte agravado, quando comparados aos não-sacopénicos. Ora a sarcopenia, tal como a osteopenia e a osteoporose, tem tratamento. Quando se corrigem os factores subadjacentes a esta condição, observa-se um aumento da massa muscular:

  • Ingestão adequada de proteína, nomeadamente de whey (proteína de soro de leite).
  • Exercício físico de resistência e alta intensidade.
  • Correcção hormonal, nomeadamente ao nível da testosterona.
  • Ingestão adequada de potássio e de magnésio.

Devemos pois por em marcha as correcções necessárias a uma vida activa e independente

Dom | 13.01.13

PERI-MENOPAUSA

Dr. Luís Romariz

Nos anos que precedem a menopausa (perimenopausa) os ciclos menstruais que eram certos como um relógio, tornam-se erráticos. As hemorragias podem ser menos intensas ou mais profusas do que o usual— embora as mulheres não estejam oficialmente na menopausa até terem 12 meses consecutivos sem período. Ciclos erráticos são um sinal de ovulações erráticas levando a altos e baixos nos estrogénios e principalmente na progesterona. Há ciclos longos – 2 ou 3 meses sem menstruação – ou ciclos curtos – menstruação 10 a15 dias após a última vez. Isto reflecte os altos e baixos (tipo montanha russa) na produção dos estrogénios.

Quando os ovários começam a falhar, falha a produção de hormonas e o cérebro também; esquecimentos (como disse que se chamava?) e pensamento turvo, confusão mental e alterações do humor são comuns bem como os calores e suores nocturnos, depressão, aumento de peso e desinteresse sexual – por muito que se ame o parceiro.
Claro que nem todas as mulheres têm todos estes sintomas, mas a maioria deles é comum. E o grau de descontentamento é directamente proporcional ao grau de desequilíbrio hormonal. Nem sempre as mulheres obtêm a melhor resposta para as suas aflições. Muitas das vezes a proposta é na forma de uma “pílula”. Uma coisa é certa, todo este quadro é reversível – com hormonas bioidênticas – podendo fazer dos anos seguintes os melhores anos da vida.

Dom | 13.01.13

PARA ALÉM DOS 100!

Dr. Luís Romariz

Diz-se que quando chega a nossa hora, temos de ir! Mas há coisas que podemos fazer para prolongar esse evento, alcançando os três dígitos, e com saúde. Há cinco zonas geográficas (www.bluezones.com) onde os seus habitantes tendem a alcançar os 100 anos, onde se inclui a ilha grega de Icaria. Todos os habitantes destas zonas têm em comum três pilares:

  • Dieta
  • Exercício
  • Stress diminuto

Obviamente, não há medicina que nos valha se tivermos uma alimentação errada. Mais, comer bem não tem de ser caro ou complicado. Pouco açúcar, gordura saudável, e menos fast-food; mais vegetais, mais frutos, mais aveia, mais frutos secos, feijões e sementes, muito mais azeite e peixe. Menos comida é sempre melhor do que em demasia, portanto devemos comer para viver e nunca viver para comer! Claro que podemos maximizar estes benefícios com a introdução de suplementos alimentares:

  • Vitamina D
  • Ómega-3
  • Magnésio
  • Multivitaminas

Mova-se ou perca anos, tem o beneplácito da comunidade médica. É a melhor maneira de manter os nossos sistemas próximos dos níveis da nossa juventude. Mas como em tudo, o que é demais é moléstia. Trinta minutos diários, repartidos em 20 minutos de aerobica intervalada e 10 minutos de treino de resistência de alta intensidade são quanto basta. Finalmente, o stress é o mal da nossa vida actual. A libertação crónica de cortisol causa efeitos devastadores na nossa saúde, lesando todos os sistemas. Um sono adequado (a exposição solar causa um bom sono nocturno), respiração anti-stress, técnicas de relaxamento, ioga, etc. devem constar do nosso dia-a-dia.

Sab | 12.01.13

LESÕES CEREBRAIS ASSOCIADAS A BAIXA VITAMINA E

Dr. Luís Romariz

Investigadores Japoneses descobriram que um aumento das lesões na matéria branca cerebral (sinal indirecto de tromboses cerebrais), estava associado a uma diminuição nos níveis de gama-tocoferol – uma das vitaminas do complexo vitamínico E – nos homens, e a deficit de delta-tocoferol nas mulheres. As pacientes foram avaliadas por RMN cerebral. Também foram medidos os níveis de carotenoides, ácido fólico e vitaminas B12 e C. Esta ultima também se associava às lesões no caso dos homens. A incidência de tabagismo pode estar ligada às discrepâncias de resultados entre homens e mulheres.

Sab | 12.01.13

CONFIRMADA ASSOCIAÇÃO ENTRE OBESIDADE E MORTE PREMATURA

Dr. Luís Romariz

A edição de Janeiro da revista médica JAMA revela o resultado de um largo estudo, o qual confirma a associação entre a obesidade e o risco de morte prematura. A análise versou mais de 3 milhões de pessoas, nas quais houve 270.000 óbitos. Focou-se em particular os indivíduos com IMC maior do que 30, e observou-se nestes que o risco de morte era 5% mais elevado para níveis de IMC de 30, e cerca de 29% para IMC de 35 ou mais. Não foram estudados os níveis de gordura visceral, a qual amplifica a possibilidade de morte prematura. A obesidade conduz à inflamação, e esta às doenças cardiovasculares, cancro e a outras de natureza degenerativa.

Qua | 02.01.13

A DIETA HCG

Dr. Luís Romariz

Administrada sob supervisão médica, a combinação de uma dieta hipocalórica com injecções na pele de pequenas doses desta hormona, a qual ocorre naturalmente e em ínfimas quantidades no homem e na mulher, e em quantidades imensas durante a gravidez (para nutrir o feto). Perder e manter a perda de gordura com uma dieta pode ser um desafio épico, mas esta solução revolucionária descoberta há muitos anos por um médico Inglês – Dr. Simeons - provou ser efectiva. Quando prescrita por médicos, a combinação de baixa ingestão calórica com mini doses de HCG permite mobilizar as gorduras das ancas, coxas e barriga, poupando a massa muscular, e dando uma sensação de saciedade que permite enfrentar uma dieta hipocalórica (cerca de 750 Kcal) sem fome. Um factor importante é prevenir a cetose característica das dietas restritivas em HC. Claro que a dieta terá de ser proteica para ser saudável e não ter efeitos deletérios. Cada ciclo de tratamentos dura cerca de 28 dias, e os resultados são notórios logo ao fim de 15 dias. Também podemos estar à vontade com o facto da HCG ser uma hormona, pois é bioidêntica! Ainda assim, tem de se ter em atenção o equilíbrio das outras hormonas, nomeadamente das produzidas pelas glândulas supra-renais (cortisol e DHEA). Assim, é perfeitamente possível perder peso de forma saudável e manter essa perda, preservando os músculos e órgãos.