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Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Qua | 14.09.11

DOENÇA E VITAMINA D

Dr. Luís Romariz

Um novo estudo em doentes com cancro da mama descobriu implicações para as doentes com dor crónica – altas doses de vitamina D podem reduzir a dor. Normalmente os médicos prescrevem inibidores da aromatase – uma enzima que converte testosterona em estrogénio – para os cancros da mama hormono dependentes. Um efeito lateral frequente é dores ósseas e articulares, resultantes da inflamação devida a baixos níveis de estrogénios. Os médicos repararam que estas pacientes com cancro da mama tinham invariavelmente deficiência em vitamina D, e que as que ingeriam quantidades adequadas desta vitamina não padeciam dessas dores e também não desenvolviam osteoporose. Os actuais teste séricos para o deseamento da vitamina D, põe a fasquia da suficiência para cima dos 30 ng/ml, e novos desenvolvimentos científicos sugerem que para lá dos 44 ng/ml é reduzida a mortalidade independentemente da causa. Claro que isto choca com os interesses das grandes farmacêuticas pois a vitamina D é barata e a sua ingestão afasta a pretensa necessidade de tomar fármacos caríssimos e de efeito duvidoso mas com graves danos colaterais. Obtenham níveis de vitamina D acima dos 50 ng/ml e viverão muito mais saudáveis. As recomendações obsoletas são de 400 UI, mas menos que 5000 não dá nem para esquentar os motores …

Isto reduzirá o risco de obesidade, cancro da mama, diabetes, doença cardiovascular e infecções respiratórias. Os suplementos alimentares estão debaixo do fogo das empresas farmacêuticas pois proporcionam grandes ganhos de saúde a um custo muito mais barato do que os fármacos químicos…

Seg | 12.09.11

STRESS E ADN

Dr. Luís Romariz

Utilizando a nova ciência genética para identificar reacções moleculares especificas permitiu descobrir que a repetição repetida à adrenalina – hormona do stress – degrada os níveis celulares de P53. Este – o P53 – é o guardião do genoma humano contra os tumores. Ora níveis baixos de P53 são induzidos pelo stress crónico, o que revela desde logo a importância vital de gerir o stress. Mas a menos que consigamos isolarmo-nos numa espécie de bolha protectora, o stress faz parte do nosso mundo, e uma certa quantidade de stress representa um bom treino para os nossos nervos. No entanto quando se transpõe um certo limite, o desgaste provocado pelo stress deteriora a nossa saúde. O stress implica que o nosso corpo acelere o metabolismo de forma a obter a energia necessária a fazer-lhe face. A adrenalina é uma enorme resposta ao stress, com a consequente inflamação que quando crónica nos pode lesar o corpo. Para combater este estado de coisas podemos fazer exercício físico, uma boa dieta, sono adequado – na quantidade e no horário – técnicas de gestão do stress como o ioga e suplementos alimentares que fortifiquem a estrutura dos nervos e a sua função. O ADN é constantemente bombardeado por radicais livres (oxidação) e reparado, contudo quando os níveis de P53 baixam muito a lesão excede a capacidade de reparação correndo-se então o risco de graves problemas parta a saúde. Conseguir resolver isto implica obter um extraordinário ganho de saúde. O DHA – um dos ómega-3 do óleo de peixe - tem a capacidade de regenerar as membranas celulares, que são as primeiras a serem atacadas pela oxidação. Outros nutrientes importantes são o magnésio e a quercetina. Mas isto não é novidade para os nossos pacientes pois tomam estes nutrientes no multiessencial.

Seg | 05.09.11

REDUZA OS RISCOS DO CORTISOL ELEVADO

Dr. Luís Romariz

O cortisol é uma hormona, que quando excesso, pode criar uma plêiade de condições patológicas no nosso corpo. Quando estamos sob stress ou temos uma infecção, o cortisol sanguíneo aumenta, elevando a tensão arterial e o açúcar no sangue. Estas alterações ajudam-nos a sobreviver a curtos períodos de stress, mas arruínam a nossa saúde quando os níveis de cortisol estão continuamente elevados. De facto, a nossa resposta ancestral é sempre a mesma, seja a fugir de um predador ou a lidar com o trânsito: produção de cortisol. Os problemas associados a stress crónico incluem:

  • Supressão da imunidade
  • Hipertensão
  • Hiperglicemia (açúcar sanguíneo elevado)
  • Resistência à insulina
  • Ânsia por hidratos de carbono
  • Diabetes e s. metabólico
  • Deposição de gordura na face, pescoço e barriga
  • Diminuição da libido
  • Osteoporose

O cortisol é a “hormona do stress” a qual é a responsável pelas consequências a longo prazo das pessoas que estão constantemente em stress. As terapias anti-stress melhoram a qualidade do sono, a imunidade, a própria resposta ao stress, e as funções orgânicas vitais. Entre estas destaco a DHEA hormona produzida nas supra-renais e anti-stress por excelência, o exercício físico – embora quando excessivo seja produtor de radicais livres e stress – e as técnicas respiratórias de relaxamento, o ioga, etc.

Para além disto há os adaptagénios, cujo conceito tem milhares de anos sendo divulgado a partir das montanhas da Ásia e da Europa de Leste, e que se define como um agente que contrabalança e permite resistir aos efeitos dos agentes do stress:

  • Produzindo um aumento na capacidade de resistência contra estes agentes físicos, químicos ou biológicos.
  • Normalizam a fisiologia, ajudando a manter uma função corporal jovem, independentemente da causa do stress.

Destes agentes emerge a Rhodiola, uma planta das montanhas da Sibéria e Nordeste Europeu, a qual é um supressor do cortisol crescentemente popular nos EUA.

A Rhodiola tem mostrado favorecer e modular a resposta ao stress, restaurar as funções orgânicas vitais, e aumentar a imunidade. É um nutriente barato que aumenta a capacidade cerebral e minimiza a depressão e a ansiedade, enquanto aumenta a potencia muscular e fortalece a saúde.

Dom | 04.09.11

DEFICIÊNCIA EM MAGNÉSIO ASSOCIADA À OSTEOPOROSE

Dr. Luís Romariz

Uma insuficiência em magnésio reduz a absorção e o metabolismo do cálcio e impede a fixação apropriada nos ossos, pelo que os benefícios da ingestão de cálcio na prevenção da osteoporose são muito diminuídos na ausência de quantidades adequadas de magnésio. O magnésio mantém o cálcio dissolvido no sangue, e sem o equilíbrio adequado entre magnésio e cálcio, cerca de 1:1, o cálcio deposita-se nos rins criando cálculos urinários, nas coronárias resultando em obstrução arterial, e nas cartilagens, em vez de se depositar nos ossos onde é necessário. Quanto mais cálcio se ingere, sem o devido equilíbrio com o magnésio, mais sintomas aparecem. Note-se que a osteoporose pode iniciar-se logo após a adolescência causada por insuficiência nutricional e em associação à ingestão de refrigerantes ricos em ácido fosfórico. Para além disso as bebidas gaseificadas tendem a acidificar o sangue levando à perda de minerais. Quando se estudam populações com aumento na ingestão de magnésio observa-se a formação de osso de melhor qualidade. O magnésio é um nutriente vital que trabalha sinergicamente com o cálcio e a vitamina D. Há uma plêiade de nutrientes que intervêm na homeostasia do osso: vitaminas D e K, cálcio, magnésio, fósforo, boro, etc., pelo que é fundamental uma nutrição adequada em minerais. A água do mar sem cloreto de sódio (sal de cozinha) tem todos os minerais necessários e nas quantidades ajustadas.

Qui | 01.09.11

TER UNHAS SAUDÁVEIS ESTÁ AO SEU ALCANÇE

Dr. Luís Romariz

Verniz verde para as unhas pode ser moda neste Verão, mas faz-me pensar acerca de infecções ungueais. As descolorações negras ou esverdeadas são normalmente um dos sinais de infecção bacteriana.  Fungos e bactérias são algumas das condições que nos levam a procurar ajuda médica, e por boas razoes pois as alterações nas unhas podem ser fruto de problemas de saúde sistémicos. Doenças hepáticas, renais, efeitos secundários de medicamentos, e até alguns cancros podem ser a causa e alterações nas unhas. Agressoes repetida podem ser fatais para as unhas, mas poderemos minimizar os danos:

  • Proteja as cutículas. As tiras de pele endurecida na base e laterais das unhas previnem que a contaminação por micróbios possa infectar as unhas (paroquinia).
  • Seque bem as mãos. Mãos húmidas são um bom meio de cultura para os fungos, bem como o encravamento das unhas. Para contrariar a perda dos óleos que ajudam a colar as unhas, aplique creme varias vezes por dia e aposte na suplementação com ómega-3. Limite o uso de verniz e acetona os quais fragilizam as unhas. O excesso de exposição à água, especialmente a água quente também as fragiliza.
  • Os suplementos de biotina (complexo B) podem ajudar na reparação e crescimento das unhas.
  • Evite as unhas industriais. Opte por vernizes não tóxicos.

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