LINHA BIOLÓGICA ANTIAGING
Clique na imagem para saber sobre o envelhecimento da pele.
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Boa tarde,
Caros Srs.
Eu gostaria de saber se um diabetico fica sem vontade de ter relações sexuais (homem); e se há tratamento para isso?
Muito obrigada
Andreia ... ......
Esta é uma questão muito relevante, à qual vou responder o mais sucintamente possível.
A diabetes causa lesões quer nas grandes artyérias como as coronárias, quer nas mais pequenas. Neste último caso chamamos de lesão diabética microvascular. Com o tempo as artérias vão ficando estragadas e semreacção - disfunção endotelial. A sexualidade masculina está dependente de 3 factores: psicológico, vascular e endócrino. A diabetes afecta quer a irrigação das artérias penianas, quer a produção de testosterona- propicia inclusivamente um excesso de produção de hormonas femininas - estradiol.
O tratamento - que terá de ser multifactorial - depende deste 3 factores e da personalização dada a cada caso, mas seguramente é sempre possível melhorar.Mas são precisos exames e teste para caracterizar completamente o problema.
Dr. Romariz!
Acompanhou seu trabalho através do blog, sempre fico satisfeita com seus posts, gostaria que me esclarecesse a quantidade ideal para suplementação de óleo de peixe? Ainda, o que tens a dizer sobre o pycnogenol?
Aguardo, por gentileza,
Greice.
O óleo de peixe deve obedecer a alguns critérios. Ter cerca de 700 mg de EPA e 500 mg de DHA. Ter linhanos de sésamo e polifenois de azeite, de forma a poder actuar sobre a enzima delta-5-desaturase impedindo assim a convesão para ácido araquidónico que é o inflamatório mais potente.
Se a nossa ideia for suplementar o cérebro então o DHA deve ser na dose de 1500 mg, mais jogging.
Quanto ao pycnogenol ou extracto de casca de pinheiro marítimo francês, ele actua como medicamento anti-disfunção endotelial e por conseguinte também como anti-disfunção eréctil. Claro que só por si não chega. É normalmente usado em conjunção com a arginina, a SOD, o extracto de romã, etc.
A “pílula” contraceptiva foi introduzida em 1960 e já foi tomada por biliões de mulheres. Tanto quanto me recordo ainda há muito poucos anos ela só tinha vantagens e nenhuma desvantagem segundo a corrente médica vigente. Cerca de 80% das mulheres usarão este contraceptivo em alguma altura das suas vidas segundo o American College of Cardiology.
Actualmente, a minha opinião é que isto significa uma tragédia pois os benefícios da sua conveniência são largamente excedidos pelos seus graves efeitos secundários. De facto, a utilização prolongada dos contraceptivos orais (OC) conduz invariavelmente ao aumento substancial do risco de desenvolver doenças crónicas. No entanto elas são promovidas como bombons inocentes junto da classe médica. A decisão sobre qual o método contraceptivo a adoptar está inquinada logo à partida. Na minha opinião era bem mais útil fornecer informação qualificada para que a mulher pudesse tomar uma decisão informada.
O ponto-chave a reter acerca da “pílula”, bem como dos patches ou das injecções, é que todos são potentes hormonas sintéticas não bioidênticas, cujos efeitos adversos foram documentados ao longo dos últimos 30 anos. Há outros métodos de planeamento familiar que merecem ser divulgados e ponderada a sua utilização:
Os métodos hormonais têm tanto de cómodo como de risco para a saúde:
Investigadores da Escola Médica de Mount Sinai descobriram que o fármaco carvedilol, correntemente prescrito para o tratamento da hipertensão, podia ter um profundo impacto ba degeneração da doença de Alzheimer.
Estes estudos são muito promissores, e sugerem pela primeira vez que certos anti-hipertensores já à venda podem influenciar independentemente a memória reduzindo os sintomas degenerativos da doença de Alzheimer. Este benefício foi obtido aparte da actividade anti-hipertensora do fármaco.
Um artigo publicado na edição de Julho da revista médica Nutrition and Metabolism relata os resultados de um ensaio clínico que demonstrou que a suplementação alimentar com quatro antioxidantes importantes melhorou a elasticidade arterial e o colesterol HDL (o “bom” colesterol) enquanto reduzia os níveis de hemoglobina A1c (o maior biomarcador do envelhecimento) que é proporcional ao risco de doença cardiovascular.
O Dr. Reuven Zimlichman e colaboradores no Israel's Wolfson Medical Center envolveram 70 pacientes do Serviço de Hipertensão que tivessem pelo menos dois dos seguintes factores de risco: hipertensão arterial, diabetes, C-HDL baixo, ou tabagismo. Os participantes foram distribuídos aleatoriamente segundo uma suplementação com 1000 miligramas de vitamina C, 400 unidades internacionais de vitamina E, 200 microgramas de selénio e 120 miligramas de coenzima Q10, ou placebo durante 6 meses. Foram avaliados a elasticidade arterial, as gorduras no sangue, a HbA1c e outros factores antes de começar o tratamento, aos três e aos seis meses.
No final do período de tratamento, verificou-se um aumento do colesterol HDL, e uma redução na tensão arterial e e na HbA1C quando comparadas com a linha de base entre os que receberam antioxidantes enquanto inalterável nos do grupo placebo. A elasticidade arterial também melhorou significativamente no grupo dos antioxidantes. Como possíveis mecanismos de actuação dos antioxidantes temos a inibição da oxidação do ADN pela água oxigenada (H2O2). A coenzima Q10 desempenha um papel fulcral no transporte de electrões ao nível da mitocôndria, enquanto o selénio é determinante sobre o glutatião (o nosso antioxidante major). Os dados deste estudo justificam uma investigação maior pois parecem evidentes os benefícios que estes antioxidantes trazem, e o uso de outros antioxidantes poderá trazer benefícios acrescidos.
Todos fazemos planos para usufruir dos tempos ao ar livre, no Verão. Mas fez planos para se assegurar que se mantém bem hidratada? A desidratação pode ocorrer rapidamente e ser muito perigosa, mesmo fatal. Ocorre quando se perde muita água corporal, ou ocorre uma diminuição na ingestão, ou ambas.
Podemos perder água de três maneiras: através da respiração, do suor e da urina. A diarreia, o vómito e a diabetes também podem ser causas de perda excessiva de água.
Muitas actividades ao ar livre envolvem algum tipo de exercício, e é importante relembrar que a sudação pode conduzir rapidamente à desidratação. Mesmo uma caminhada vigorosa no tempo quente pode fazer perder algo como quase meio litro de água. Actividades mais fortes – volleyball, ciclismo, patinagem – podem levar a maiores perdas de água.
Os sinais de desidratação incluem boca seca, falta de lágrimas, menor sudação, cãibras, palpitações, urina amarelo escura, tonturas, náusea e vómito. A confusão, fraqueza e perda de consciência podem estar pressentes quando há uma desidratação grave. Para a desidratação média recomenda-se ingestão repetida de pequenas quantidades de água ou chá. Não recomendo bebidas energéticas porque contem frutose. A necessidade diária média de um adulto cifra-se em 2 a 3 litros de água; se desidratado terá de ser bem maior. Se aparecerem sintomas mais graves devemos recorrer a um SU. Isto é especialmente válido para os idosos e para as crianças pequenas. Melhor ainda, previna a desidratação fazendo o seguinte:
- Desencorajar actividades extenuantes durante as horas de maior calor, nomeadamente entre as 10 e as 16 horas.
- Privilegie ficar à sombra sempre que possível.
- Use chapéu e vestuário fino e claro.
- Hidrate-se frequentemente. Beba um copo de água antes, durante e após qualquer tipo de exercício.
Não se esqueça de usar protecção solar, e tenha em mente um facto importante: quando temos sede já há algum grau de desidratação. Neste caso o sangue fica mais espesso...Goze o Verão!
Um artigo publicado na edição de 29 de Junho de 2010 na revista médica Cancer Prevention Research clarifica o papel do indol-3-carbinol, um composto existente nos brócolos e couve-de-bruxelas, na prevenção de certos tipos de cancro.
Os investigadores experimentaram a acção deste composto em células cancerosas mamárias nas quais o I3C destrói o Cdc25A uma molécula essencial à divisão e proliferação celular. Este Cdc25A está presente em quantidades anormalmente elevadas nos tecidos cancerosos e associa-se a um mau prognóstico.
O Cdc25A também aumenta o crescimento dos cancros da próstata, fígado, esófago, endométrio e cólon.
Foi testado o efeito do I3C em ratos aos quais lhes foram implantados cancros da mama e houve uma redução de 65% no tamanho dos tumores.
O I3C tem efeitos letais nas células cancerosas e deve ser usado na suplementação de uma alimentação nutricionalmente optimizada. Na NewAge fazemos sistematicamente a determinação dos metabolitos dos estrogénios na urina e suplementamos com o I3C ou o seu refinado DIM.