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Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Qua | 30.06.10

COMO TER UM CÉREBRO EXCELENTE

Dr. Luís Romariz

Poderemos ter um cérebro que envelheça bem desde que cuidemos dele. Se prestar atenção poderá vir a modificar sua vida. Estudos sobre 50.000 TAC/RM cerebrais, nos últimos 20 anos, dão pistas importantes sobre o cérebro. Em primeiro lugar temos e perceber o que é a normalidade. Não tenhamos medo de ser confrontados com os resultados de um rastreio cerebral.

Toda a gente, desde as crianças com dificuldades de aprendizagem até aos idosos com demência pode ser ajudada a melhorar o desempenho cognitivo. Há os agressivos, os deprimidos, e outros que não são os mesmos desde que tiveram algum tipo de trauma cerebral. Há casos de alterações por inalação de solventes os quais causam problemas comportamentais. Podemos ter alterações devidas a tumores e não darmos a devida relevância até já ser demasiado tarde. O cérebro, com mais de 100 biliões de células é o órgão mais complexo do nosso corpo e tem mais conexões do que há estrelas no Universo.

Frequentemente, as pessoas não se apercebem de que a má alimentação, a falta de sono, a desidratação, a obesidade, o tabagismo e o stress afectam drasticamente a sua saúde cerebral. Traumas cerebrais mal percebidos podem estar ligados a abuso de medicamentos e álcool. As drogas ilegais têm um impacto forte ao nível cerebral e afectam a nossa genética. O cérebro também pode sofrer com a diminuição da vitamina D, bem como com as dispilidemias (alterações do colesterol) e a HTA (hipertensão arterial). Depois há que ter em conta o contributo de exercício, pois 45 minutos de marcha são inestimáveis. E não se esqueça de andar como se estivesse atrasado. Muitos medicamentos que são maus para o cérebro também aceleram o envelhecimento, encontrando-se entre eles o acetaminofeno e o ibuprofeno. Toda a gente deveria tomar óleo de peixe (ómega-3). Tomem uma chávena de café e um polivitaminico diariamente. Evite todos os hábitos perniciosos à saúde.

O maior assassino das células cerebrais é o açúcar. Mas logo a seguir vem o fumo e o stress (excesso de cortisona).

 

Dom | 27.06.10

REPENSANDO O EXERCÍCIO

Dr. Luís Romariz

Recentemente, um estudo sobre os benefícios do exercício físico demonstrou que dez minutos de caminhada rápida despoletam alterações metabólicas que perduram pelo menos durante uma hora. Mas quanto mais nos exercitarmos mais benefícios teremos. Como tudo tem conta, peso e medida não deveremos exceder os 60 minutos de jogging. Mais, devemos começar pelos tais 10 minutos e ir avançando na carga e na ingestão de antioxidantes – vitamina C; E, betacaroteno, astaxantina, etc.

 

Os investigadores mediram as alterações bioquímicas no sangue de várias pessoas, e verificaram que as alterações metabólicas após 10 minutos de passadeira rolante ainda eram mensurável ao fim de 60 minutos após trem efectuado este exercício. A medição do consumo de oxigénio – medida indirecta da queima de gordura – estava muito aumentada à medida que o exercício durava mais, e era cerca de dez vezes maior nas pessoas com melhor boa forma.

Já aqui referi os benefícios do treino de alta intensidade em relação aos exercícios com pesos, mas segundo as mais recentes descobertas este tipo de exercício aplicado ao jogging potencia as alterações bioquímicas benéficas do exercício cardiovascular (aeróbico). Assim, durante os dez minutos devemos fazer picos de cerca de 30 segundos de corrida, voltando depois ao passo de marcha. Isto permite não só diminuir imenso a resistência à insulina – afastando-nos assim da diabetes – como aumentar a produção da HGH que é a nossa hormona rejuvenescedora por excelência.

 

Sex | 25.06.10

Cara Isabel

Dr. Luís Romariz

Dr. Romariz

Grata pelos seus preciosos conselhos, gostaria de saber se a reposição hormonal tem uma sequência ou é apenas no que está em falta e quanto. Já agora, é perigosa?

Obrigado pela sua questão, pois ela é extremamente pertinente. A hormonoterapia bioidêntica deve mimetizar as flutuações hormonais circadianas. Na realidade, eu costumo iniciar a optimização com a melatonina, pois é ela que regular o relógio biológico, seguindo a TSH bioidêntica com as hormonas esteróides – vitamina D incluída – seguindo o seu fluxo natural de produção, isto é, pregnelenola progesterona → DHEA → testosterona e estradiol. Mas é bom não esquecer o hipotiroidismo subclínico frequentemente ligado a problemas dos estrogénios, e a insulina a qual alteramos o seu valor várias vezes ao dia segundo o que comemos… Quanto aos possíveis perigos (eventualmente cancro ginecológico/mamário são extraordinariamente reduzidos se fizermos as quantidades necessárias para repor as perdas e obter efeito antiaging. Como sabe cada pessoa é um caso, e isso ajuda a prevenir problemas, o que não acontece com as hormonas que se compram nas farmácias as quais são do tipo tamanho único. Quanto às doses elas são perfeitamente individualizas segundo critérios analíticos, clínicos e biométricos.

Sex | 25.06.10

DHA NA GUERRA CONTRA A OBESIDADE

Dr. Luís Romariz

A ingestão dietética de DHA (um ómega-3 essencial) está a disseminar-se mundialmente. Em populações com adequado acesso a outros nutrientes este correlaciona-se fortemente à epidemia da obesidade. Um estudo recente reviu a multiplicidade de mecanismos pelos quais os ómega-3, especialmente o DHA, podem combater a obesidade.

Reconhece-se actualmente que a saúde do tecido adipose combinada com a saúde hepática são de importância vital para a eficiência metabólica que permita metabolizar calorias e não ganhar peso. Em que é que a “elegância nutricional” dos omega-3 é vital para os múltiplos aspectos do metabolismo das gorduras e a sua falta tem um profundo e negativo impacto no fígado e tecido adipose branco impedindo-os de funcionar apropriadamente? Não só os ómega-3 reduzem a inflamação tecidular e hepática, como coordena os sinais genéticos que instruem o nosso corpo a queimar gordura e a não armazenar calorias sob a forma gorda.

Com relevante importância para a obesidade, tipos especiais de favonoides derivados dos citrinos, conhecidos como polimetoxiflavonoides, especialmente a nobiletina e a tangerinina, estão inversamente associados à doença cardiovascular. Estudos preliminares mostraram a sua capacidade de prevenir a acumulação de colesterol LDL (o “mau” colesterol) nas artérias. Mesmo pequenas quantidades podem activar sinais que implementam a adiponectina, reduzindo a inflamação no tecido adiposo, ao mesmo tempo que reduz a resistência à insulina e baixa o açúcar no sangue. Adicionalmente, sabemos que estes nutrientes têm elevada capacidade de combate ao cancro.

 

Qua | 23.06.10

CHÁ OU CAFÉ?

Dr. Luís Romariz

Um grande estudo Holandês demonstrou que o consume moderado de café e de chá diminui significativamente o risco de doença cardíaca, segundo os investigadores. A Dra. Yvonne van der Schouw da universidade de Utrecht declarou que o estudo sugere que o cafe e o chá não aumentam o risco de morte em geral. Ela e os colegas observaram mais de 37.514 pessoas durante 13 anos num dos maiores sobre o assunto. O chá teve um impacto mais significativo do que o café. Os que beberam entre três e seis chávenas de chá diariamente tiveram uma diminuição de 45% no risco de doença coronária quando comparado com os que beberam menos de uma chávena, enquanto nos maiores bebedores – mais de seis chávenas – o risco foi reduzido em 36%. Mais nem sempre é melhor…

O risco de doença cardiovascular foi diminuído em 20% entre os que beberam duas a quarto chávenas de café. Os investigadores repararam que os consumidores de café eram os mais propensos a fumar.

Sab | 19.06.10

ÓMEGA-3 E PERDA DE AUDIÇÃO

Dr. Luís Romariz

Um artigo publicado em Junho de 2010 pelo American Journal of Clinical Nutrition revela um efeito protector dos óleos ómega-3 em relação ao desenvolvimento da perda de audição associada ao envelhecimento, conhecida como presbiacusia.

Nesta investigação, O Dr. Paul Mitchelll da Universidade de Sydney e os seus colegas avaliaram os dados dos participantes no estudo Blue Mountains Hearing Study efectuado entre 1997 e 2004. Os participantes fizeram testes audiométricos após 5 a 10 anos de entrarem no estudo. Foram analisadas as respostas ao questionário sobre alimentação em relação à ingestão de peixe e ómega-3, concretamente EPA e DHA. Estes dados foram relacionados com a ingestão de omega-6.

A um aumento da ingestão total de omega-3 associou-se uma redução no risco de perda de audição. Esta redução também foi observada em relação aos consumidores de duas refeições semanais de peixe, os quais tiveram 42% de redução risco na perda de audição a 5 anos, quando comparados com os que comiam apenas uma refeição de peixe semanalmente. A razão para estes dados prende-se com a melhoria da circulação sanguínea na cóclea, prevenindo a perda auditiva. Adicionalmente, os ómega-3 e o peixe podem ter um efeito directo na microcirculação coclear providenciando benefícios através de outros mecanismos, pois a uma maior ingestão de ómega-3 associou-se uma diminuição do risco de perda de audição em cerca de 24%. Assim, os autores concluíram que os ómega-3 podiam prevenir ou atrasar o desenvolvimento de perda auditiva relacionada com a idade.

O tinitus é uma perturbação associada a esta patologia, e caracterizada pela sensação crónica de toque de campainhas, apitos ou outros ruídos na ausência de efectico ruído ambiental. Estes sintomas são frequentemente encontrados em pessoas mais idosas e associam-se normalmente à tal perda de audição – presbiacusia. Embora se desconheça a causa, o tinitus pode ser um sintoma precoce de perturbação auditiva nomeadamente infecção, rolhão de cerúmen, atelectasia do ouvido médio (otoesclerose da trompa de Eustáquio), labirintite ou doença de Meniere. Adicionalmente, efeitos adversos de mediamentos como a aspirina e antibióticos podem ser causa de tinitus.

Os nutrientes sugeridos para esta condição incluem o complexo vitamínico B nomeadamente a tiamina (B1) e a niacina (B3). Um estudo (Shemesh et al. 1993) mostrou que haver uma alta prevalência de tinitus nos indivíduos com menores níveis de vitamina B12.

 

Qui | 17.06.10

VITAMINA E VERSUS RADIAÇÃO

Dr. Luís Romariz

Os Ocidentais, comparados aos outros cidadãos mundiais, estão expostos a altíssimos níveis de radiação resultantes de TACs e mamografias. Outros são expostos às radiações durante as sessões de tratamento oncológico. E para além disto há a exposição às radiações de raio-X, telemóveis, microondas, linhas eléctricas e radiação solar. Um novo estudo mostra que o gama tocotrienol, uma das formas do complexo vitamínico E, pode proteger contra a exposição às radiações.

A exposição excessiva às radiações causa lesão no AND, especialmente ao nível da medula óssea que produz os glóbulos vermelhos e os glóbulos brancos vitais para a nossa sobrevivência. Para além disso, a exposição à radiação tem consequências adversas na saúde vascular e na imunidade, perturbando o equilíbrio energético e aumentando o risco de cancro. Especialmente relevantes são as células hematopoieticas, que geram as células do sangue rejuvenescendo-o continuamente. No estudo em apreciação foram incubadas células sanguíneas com gama tocotrienol, tendo estas células recuperado totalmente das lesões infligidas por uma exposição padrão à radiação. Uma análise detalhada à medula óssea revelou que o gama tocotrienol mantém a integridade das células medulares.

Este é um estudo relevante para todos, especialmente para os mais submetidos às radiações por motivo de doença.  Está em estudo a associação desta forma de vitamina e com o ácido alfa lipoico, no sentido de juntar o máximo de factores protectores das radiações. Como venho afirmando, temos de respeitar as formas naturais das vitaminas – conforme elas ocorrem na natureza – evitando administrar apenas um dos seus componentes (no caso do complexo E é normalmente administrado o alfa tocoferol). Até pode ser mais barato, mas não é certamente benéfico para a nossa saúde.

 

Qua | 16.06.10

DIETA PARA A DOENÇA DE ALZHEIMER

Dr. Luís Romariz

Um artigo publicado na edição de Junho de 2010 do FASEB Journal revela uma descoberta de investigadores da Universidade de Temple na qual uma dieta pobre em metionina atrasa ou retrocede a doença de Alzheimer nos seus estádios iniciais. A metionina é um aminoácido essencial que está contido na carne vermelha, ovos e em menor quantidade noutros alimentos. A homocisteína – um subproduto da transformação da metionina – tem sido associada a um aumento do risco de Alzheimer bem como de doença cardiovascular. A grande questão à qual os investigadores têm de responder é se há uma hipótese de reverter ou abrandar a doença, ou se pelo contrário não há nada a fazer.

Neste estudo, os indivíduos sujeitos s uma dieta elevada em metionina, e consequentemente em homocisteína, tiveram uma melhoria significativa quando foram normalizados os seus níveis de ingestão em metionina. No fim do estudo ficaram surpresos com a melhoria cognitiva e reversão sintomatológica até no que toca à acumulação de placas amilóides cerebrais – característica patognomónica da doença de Alzheimer. O que isto demonstra é que o cérebro tem uma plasticidade fantástica para reverter uma data de coisas más que lesaram as células cerebrais, pelo menos enquanto estas ainda são viáveis.

Claro que sabemos que uma suplementação de vitaminas do complexo B, nomeadamente a B6, B12 e o ácido fólico tem a capacidade de diminuir a homocisteína. Dado que a doença de Alzheimer se comporta como a 3ª forma de diabetes, o controlo da glicemia e especialmente da glicação poderá alterar o curso desta patologia.

 

Ter | 08.06.10

COMO COMBATER O CANCRO

Dr. Luís Romariz

Há uma nova abordagem para combater o cancro – anti-angiogénese, a qual significa prevenir o crescimento da rede de vasos sanguíneos que nutre os tumores batendo desta forma o cancro no seu próprio terreno. Angiogénese é o processo que o nosso corpo usa para criar novos vasos sanguíneos. Este processo pode ser benéfico ou maléfico. No caso de um enfarte este processo permite criar uma nova rede vascular que irriga o coração. No caso dos tumores permite-lhes o crescimento explosivo. Neste caso o tumor não sobrevive sem um grande suprimento de oxigénio e de glicose. Ora, se conseguirmos “tirar-lhe o pão da boca” estaremos com meio caminho andado no combate ao cancro. Uma das grandes diferenças entre as células cancerosas e as normais reside na taxa de crescimento e multiplicação, a qual está muitíssimo acelerada no caso das células tumorais. O nosso corpo tem a capacidade de regular a quantidade de vasos sanguíneos necessária a cada momento da vida, fazendo-o através de estimuladores e inibidores.

A terapia anti-angiogénese é a maneira de cortar o suprimento sanguíneo aos tumores cancerosos. Há vários medicamentos com este tipo de actuação, os quais aumentam as taxas de sobrevivência. Contudo a resposta no combate ao cancro reside na prevenção. Curiosamente, a obesidade também depende da angiogénese. Tal como as células tumorais, os adipócitos necessitam de vasos sanguíneos para crescer, pelo que uma dieta efectiva na obesidade também terá um papel na carcinogénese. Há vários nutrientes nos quais ocorrem naturalmente substâncias inibidoras da angiogénese, pelo que o consumo destas substâncias aumenta a nossa possibilidade de combater o crescimento tumoral. Os factores nutricionais contribuem com cerca de 25% das causas de cancro. Segundo o perito Dr. Li, o resveratrol inibe a angiogénese em 60%. Ainda mais potente poderá ser o ácido elágico contido nos morangos. Outros nutrientes com capacidade anti-angiogénese incluem o alho, os mirtilos e demais bagas, os tomates, o açafrão, os cogumelos, e o chá verde evidentemente. Curiosamente, a pesquisa revela que é mais importante a combinação de alguns destes nutrientes do que a aposta num só, pois há sinergia entre eles. Outra maneira de combater a angiogénese é através do controlo da insulina. Dado que esta hormona actua como factor de crescimento e potenciadora da angiogénese, a sua normalização em baixa pode fazer toda a diferença. Alias, há estudos que apontam claramente para um aumento da incidência de cancro em doentes a fazer insulina. Por outro lado, as células cancerosas são ávidas de glicose para poderem obter a enorme energia necessária à sua multiplicação e crescimento desmesurados.

Actualmente, é impossível falar em prevenção de cancro sem referir a vitamina D. Esta tem capacidade anti-proliferativa (crescimento) e pró-diferenciação (manutenção de células da linhagem original) pelo que controla o aparecimento de células cancerosas, Sabemos recentemente que níveis nos 2/3 superiores do normal, praticamente anulam o risco de cancro da mama. Este modelo prediz que 75% das mortes por cancro da mama podem ser prevenidas com a suplementação de vitamina D e de cálcio.

Podemos usar de diversas estratégias para diminuir o risco de cancro:

  • Controlo da insulina
  • Ingestão adequada de óleos ómega-3
  • Exercício físico sustentado
  • Controlo do stress
  • Ingestão elevada de fitonutrientes (vitaminas, antioxidantes, antocianinas e outros pigmentos) e fibra solúvel
  • Manutenção do peso ideal
  • Sono de qualidade
  • Diminuição da exposição a tóxicos ambientais e poluição atmosférica
  • Preferência por cozidos, ou estufados em detrimento de assados e grelhados
Sex | 04.06.10

A SUPLEMENTAÇÃO COM ZINCO REDUZ A INFLAMAÇÃO E O STRESS OXIDATIVO

Dr. Luís Romariz

Um artigo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em Junho de 2010, descreve um ensaio envolvendo homens e mulheres seniores nos quais se encontraram reduções nos marcadores de stress oxidativo e de inflamação entre os que foram suplementados com zinco. O stress oxidativo e a inflamação crónica  são factores de risco para a aterosclerose, e a insuficiência em zinco tem sido encontrada num grande numero de  condições, incluindo artrite reumatóide, diabetes e cancro.

Observou-se que seniores saudáveis tinham concentrações aumentadas de produtos da peroxidação lipídica e moléculas de adesão endotelial quando em comparação com adultos jovens, pelo que o zinco foi proposto para protector aterosclerótico dadas as suas funções anti-inflamatória, antioxidante, e outras.  Num estudo duplamente cego e randomizado, 40 homens e mulheres saudáveis entre os 56 e os 83 anos de idade receberam 45 mg de zinco diariamente durante 6 meses, ou um placebo. A proteína C-reactiva, a interleucina-6 e outros biomarcadores da inflamação foram medidos antes e após o tratamento, bem como biomarcadores da peroxidação lipídica (manonaldeido e hidroxialquenois). Os níveis de antioxidantes eram maiores e os marcadores de oxidação lipídica menores no grupo que tomou zinco. Esta é a primeira documentação, em humanos, do poder de redução da PCR e do KB-NF (ambos envolvidos na aterosclerose) após a suplementação com zinco.

 

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