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Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Dr. Luís Romariz

Aumento da longevidade e rejuvenescimento

Sab | 24.04.10

ÁLCOOL ASSOCIADO AO ENVELECIMENTO E AO CANCRO

Dr. Luís Romariz

Investigadores Italianos revelaram que o consumo e álcool podem estar ligado – ao nível celular – ao envelhecimento e ao cancro. O Dr. Andrea Baccarelli da Universidade de Milão, e os seus colegas investigadores sugeriram que o álcool pode acelerar o encurtamento dos telómeros, o qual leva ao fim da renovação celular.

"Todas as células do nosso corpo têm, nos telómeros, um relógio biológico", declarou o Dr. Baccarelli. Ele e os colegas mediram o ADN de 59 participantes no estudo, os quais abusavam de álcool, bem como de outros 197 com consumos variáveis mas moderados. Ambos os grupos tinham idades similares, bem como alimentação, exercício, stress e outros factores capazes de afectar ao comprimento dos telómeros, mas o que mais bebiam tinham telómeros com cerca de metade do comprimento dos bebedores mais moderados. O efeito foi muito notório e surpreendente ao nível celular. O comprimento dos telómeros parece ser capaz de influenciar o risco de cancro e os investigadores especulam sobre a relação entre os consumos exagerados de álcool e o cancro.

Aparentemente, após os estudos sobre a dieta mediterrânea o limite saudável de consumo alcoólico será de um copo de vinho tinto à refeição. Os grandes consumidores de álcool, transformam a maior parte dele em triglicerídeos que são depositados sob a forma de gordura visceral (barriga de cerveja) a qual produz mediadores químicos perniciosos.

 

Sex | 23.04.10

FAZENDO O PONTO DA SITUAÇÃO: HORMONAS BIOIDÊNTICAS E A CONTROVÉRSIA

Dr. Luís Romariz

À medida que envelhecemos perdemos hormonas. As mulheres são quem mais sofre com este facto. Apesar da opinião geral, embora errada, elas começam a perder hormonas por volta dos seus “trintas”, e a perda mais notória é sem dúvida na progesterona. Dito isto, será fácil compreender que a progesterona é a chave para uma peri-menopausa saudável, uma vez que ela previne o aparecimento da osteoporose, dos fibróides uterinos e de quistos mamários. Para solucionar isto, são-lhes dadas progestinas, o que causa ainda mais problemas. Muitas vezes esquecemos que as mulheres têm testosterona, e que a sua falta arruína a libido feminina, a sua pele e os ossos.

Aparentemente há um medo irracional das hormonas por parte da sociedade, embora as hormonas bioidênticas – iguais às que o nosso corpo fabrica – existam há milhões de anos e sejam perfeitamente seguras, de outro modo as jovens teriam cancro da mama e do útero! Estas hormonas são da nossa espécie; na realidade não é possível serem mais naturais, embora conduzam a pequenos lucros financeiros.

A chave para a substituição hormonal bioidêntica é mimetizar o ciclo menstrual normal, “ouvindo” simultaneamente as necessidades da individualidade corporal feminina. Devemos alcançar um equilíbrio entre a necessidade em concreto do que uma determinada mulher precisa e a substituição hormonal possível. Os testes hormonais não só são possíveis como imperativos. Para concluir, devemos ter em conta que as hormonas estão inter-relacionadas e que os sintomas têm a primazia no que toca à substituição hormonal. Numa sociedade em que a mulher está programada para uma involução cerca dos cinquenta anos, só a alteração científica do seu “programa” a pode libertar da menopausa e do envelhecimento precoce e acelerado.

 

 

Qui | 22.04.10

ENTENDENDO O ÍNDICE GLICÉMICO

Dr. Luís Romariz

Possivelmente já ouviu falar de índice glicémico, ou GI, uma vez que ele se tornou ultimamente muito popular no mundo da nutrição e do emagrecimento. Seguir o índice glicémico não é o mesmo que fazer uma dieta de emagrecimento, antes comer de forma lógica e saudavelmente adaptada à nossa espécie promovendo um peso saudável, aumento de energia e de vitalidade, reduzindo no longo prazo os riscos de doença crónica. O GI é uma ferramenta apropriada para quem quizer fazer boas escolhas nutricionais e ter melhor saúde. Pesquisa conjunta das Universidades de Toronto e de Sidney, é um sistema de listar – de 0 até aos 100 da glicose - todos os hidratos de carbono segundo a sua velocidade de transferência da glicose para a corrente sanguínea, bem como da sua capacidade para gerar insulina. Por exemplo, os amidos (batata cozida) têm uma grande capacidade de libertar a glicose (ainda na mucosa oral), bem como o arroz branco e o açúcar. Dentro dos alimentos com baixo índice glicémico encontramos os vegetais e os frutos.

Muitos estudos associaram o GI à obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo II e ao aumento de risco de doença cardiovascular. O IG também afecta o humor e a capacidade de queimar ou armazenar gordura (via insulina). Quando uma refeição é muito rica em GI entra rapidamente muita glicose no sangue, que leva a uma grande produção de insulina com a consequente metabolização em gordura e armazenamento. A rápida entrada de glicose nas células leva a uma hipoglicemia e à imperiosa necessidade de obter mais açúcar. Desta forma baixam os níveis de energia e as pessoas andam constantemente cansadas e com ânsias de HC.

Devemos escolher os hidratos de carbono sensatamente tendo em mente que não podemos dissociar a qualidade (GI) da quantidade – Carga Glicémica. Os HC de boa qualidade são ricos em fibra, e baixos no GI. Mantêm-nos mais tempo saciados, reduzem o risco de cancro e de doença cardiovascular. São normalmente ricos em minerais, antioxidantes e vitaminas. Opte pelos feijões e frutos, bem como por todos os vegetais, especialmente os mais coloridos. A quantidade de HC consumidos também é importante na gestão do peso, recomendando cerca de 40% da energia ingerida. Eis algumas estratégias para reduzir o impacto do GI nas refeições:

 

  • Coma muitos vegetais
  • Combine os HC com proteína   e gordura de boa qualidade as quais ajudam a abrandar a digestão
  • Use vinagre balsâmico ou limão, pois a sua acidez ajudar a abrandar a digestão
  • Cozinhe os alimentos o menos possível pois assim baixa o GI
  • Use adoçantes naturais, com GI baixo, tais como a stevia
  • Ingira eventualmente doces e logo a seguir à refeição pois têm menor impacto na glicemia
  • Tome suplementos de extracto de feijão branco pois têm enzimas (alfa amílase) que combatem a absorção dos amidos

Tenha em conta que esta é uma ferramenta de nutrição e não a “Bíblia” da nutrição. Há aspectos que escaparam aos autores, nomeadamente o impacto nocivo da frutose - GI baixo – na produção de gordura, hipertensão e produtos de envelhecimento AGE’s.

 

Qua | 21.04.10

Caro Nelson

Dr. Luís Romariz

... gostaria de lhe pedir que desenvolvesse um pouco mais as suas intervenções a propósito do colesterol e das estatinas...(pela maneira insistente com que a minha médica de família insiste em que eu comece a tomá-las, ao contrário do meu Cardiologista, que perante a minha pergunta, se sim ou não devia tomar, torceu o nariz e ficou em silêncio...)

 


O que se passa é que quando da guerra do Vietname as autópsias aos jovens soldados mortos em combate revelavam uma taxa elevada de placa coronária. Intrigados, procuraram a causa. Ora a análise do material da placa revelava que a maior parte era constituída por colesterol. Isto junto com  as conclusões erradas do estudo seven countries que apontava como causa da doença cardiovascular e obesidade - gordura, levou à histeria actual. Algo como, bom as torres gémeas caíram, vejamos...eram constituídas por cimento e aço... A causa está no cimento e aço!
Uma das indústrias que aproveitaram brilhantemente (como sempre) este estado de coisas foi a farmacêutica. Descobertas as estatinas era só vender. E bastava baixar os números recomendados para o colesterol, para se vender mais...
Só que o tipo de colesterol capaz de promover aterosclerose é o LDL padrão B. Isto é, o colesterol de partículas pequenas e muitos densas. Isto é proveniente da metabolização dos açúcares. Nisto, as estatinas não actuam...mas roubam ao organismo a Coenzima Q10 essencial à vida e aos músculos.
Mas é preciso continuar a vender...faz-se de tudo para nos levar a prescrever as estatinas. Nos USA atingiu proporções de casos de polícia e estão às contas com a justiça via FDA. Uma vergonha. Viva o lucro e os doentes   enquanto viverem!

 

Qua | 21.04.10

Cara Stela

Dr. Luís Romariz

Como proteger, o que tem prevenção.

Hoje por exemplo tenho  % um elevado da ferretina.gostaria de orientação .

Grata

A ferritina é uma proteína inflamatória de fase aguda, pelo que deve procurar o seu médico e tentar verificar qual o processo inflamatório por detrás disso.

Qua | 21.04.10

ESTARÁ O EXCESSO DE PESO A LESAR O CÉREBRO?

Dr. Luís Romariz

É um tema terrível e recorrente, a epidemia de obesidade está a apresentar a factura! Dois em cada três adultos – segundo o The Centers for Disease Control – e uma em cada seis crianças são obesas ou têm excesso de peso, o que acarreta diabetes, hipertensão arterial, cancro, artroses, apneia do sono, depressão e outras doenças.

E agora temos outra razão para nos livrar dos quilos extra: investigadores descobriram que há uma associação entre gordura corporal e declínio da função cognitiva (pensamento), Alzheimer e outras formas de demência.

Um estudo publicado na edição de Março 2009 do  Archives of Neurology investigava “se a adiposidade total ou localizada … influenciava o declínio cognitiva nos mais idosos e se essa associação era explicada por factores hormonais ou inflamatórios segregados pelas células de gordura."

Os cientistas mediram a adiposidade de 3054 seniores durante um período de sete anos, e procuraram elos de ligação entre as medições de base e as alterações na escala Modified Mini-Mental State Examination (3MS) score.

Nos homens, a pior função cognitiva relacionava-se com os maiores índices de adiposidade. De acordo com o estudo, a gordura corporal total e a gordura abdominal foram os parâmetros consistentes quer com os dados do estudo de Framingham e o estudo Dinamarquês. O estudo não encontrou este tipo de ligação na mulher!

Devemos reter que embora ainda não se entenda completamente o mecanismo, todos os estudos apontam para que a manutenção de um peso saudável pode reduzir o declínio da função cognitiva provando que uma nutrição correcta faz a diferença.

 

 

Ter | 20.04.10

RELATÓRIO REALÇA A ASSOCIAÇÃO CANCRO-OBESIDADE

Dr. Luís Romariz

Há uma clara relação entre a obesidade e o cancro, Segundo o relatório de Novembro do American Institute for Cancer Research. O relatório associou o aparecimento annual de mais de 100.000 cancros à obesidade, só nos USA. Investigadores da American Cancer Society exploram esta ligação desde 2003. De facto, a única questão para os peritos é o porquê. Alguns lembram que o excesso de peso causa um aumento na produção hormonal, caso dos estrogénios, ou um aumento na inflamação silenciosa, ambos capazes de aumentar o risco de contrair cancro. O Dr. David Euhus, professor de cirurgia oncológica na Universidade do Texas e director do Cancer Genetics and Risk Assessment Program at the Simmons Cancer Center, acredita que a culpa é da resistência à insulina a qual aumenta com o peso e o sedentarismo. O risco de cancro da mama aumenta nos anos anteriores ao diagnóstico da diabetes e as mulheres com maiores níveis circulantes de insulina são as que têm taxas de cancro mais elevadas. O Dr. Euhus está a testar medicações como a metformina, a qual aumenta a sensibilidade à insulina, como potenciais protectores do cancro, embora a sua terapia favorita recaia nas alterações do estilo de vida. "Perder peso pode diminuir o risco de cancro da mama. Precisamos de mais e melhores estratégias para a efectiva perda de gordura”.

Seg | 19.04.10

TEM A PELE SENSÍVEL? NÃO SE PREOCUPE!

Dr. Luís Romariz

Se a sua pele se irrita ou desgasta facilmente; se tem a pele seca, delicada e propensa a reacções alérgicas; se a sua pele tem uma tolerância reduzida ao calor, ao frio, ao vento, às alterações da temperatura, ou à poluição... Se a sua resposta for sim a todas as questões, considere-se membro do clube da “pele sensível” (reactiva) ao qual pertencem cerca de metade das mulheres. Destas, mais de ¼ têm pele seca. O que é a pele sensível? Geralmente, se tem uma pele facilmente irritável, então tem uma pele reactiva, a qual na maioria das vezes apenas se nota na face. A pele sensível pode ser causada por uma predisposição genética, por factores ambientais ou pelos dois. Apresenta-se com vermelhidão, edema, prurido e secura da face. Uma das principais funções da pele é manter-se à prova de água. Isto é efectuado na epiderme (camada mais superficial) através da produção de uma sandwich proteína/gordura que está a ser substituída continuamente e que é vital para prevenir a perda de água. Os sintomas de uma pele sensível incluem:

• Uma sensação de queimar, sem sinais visíveis

• Alergia aos produtos de beleza ou cosméticos

• Reacção à depilação, ou ao stress da pele

A pele reactiva pode estar associada a pele atópica, e à rosácea. Devem-se evitar os perfumes e cremes não biológicos. Após usar cosméticos a pele deve ser muito bem lavada com uma loção apropriada. Use um creme hidratante sem químicos e não lave a pele demasiadas vezes nem de forma agressiva. A temperatura da água deve ser tépida. NÃO use esfoliantes (apenas AAS, e “sob medida”). Tenha atenção às alterações climáticas sazonais pois pode necessitar de reforçar a gordura dos hidratantes. O stress destrói as defesas antioxidantes pelo que o creme hidratante deve conter vários antioxidantes e em doses apropriadas. Os desequilíbrios hormonais também ajudam à alteração da pele. Utilize apenas dermocosméticos biológicos, evite o glúten, suplemente a sua alimentação com superómega-3 (700 mg EPA 1 ou 2 vezes ao dia) e use um protector solar físico. Não se esqueça de que o açúcar é o maior inimigo da pele, especialmente da pele sensível.

TESTE SEMPRE QUALQUER DERMOCOSMÉTICO, MESMO QUE SEJA BIOLÓGICO, NUMA ZONA ESCONDIDA DURANTE 4 A 5 DIAS.

Dom | 18.04.10

A DEFESA ANTIOXIDANTE

Dr. Luís Romariz

O glutatião é o antioxidante mais poderoso do nosso organismo e bem lhe poderemos chamar de “pai de todos os antioxidantes”. É uma molécula formada por três péptidos e por zinco ou selénio. Os antioxidantes são cruciais para neutralizar os radicais livres os quais são partículas altamente reactivas que necessitam desesperadamente de obter um electrão. Isto provoca uma reacção em cadeia que pode lesar muitos constituintes celulares antes que a reacção se esgote. Muitos deles originam-se a partir de toxinas, radiação e de metais de transição.

Uma vez que estes radicais livres são tão destrutivos, as células têm uma rede de defesas intrínseca e extrínseca para os neutralizarem. Esta rede é composta quer pelos SOD e glutatião endógenos, quer pelas vitaminas, fitoquímicos vegetais e ácido alfalipoico obtidos através da alimentação ou da suplementação. O glutatião é formado pelos aminoácidos cisteína, glutamato e glicina. Esta é uma das razões porque eu tanto sugiro a suplementação com acetilcisteína e proteína de soro de leite. É que estes são os “tijolos” do seu fabrico.

O glutatião tem a vantagem de ser intracelular e maximizar a actividade de outros antioxidantes como a vitamina C e E, o Q10 e o ácido alfalipoico. O glutatião também pode actuar como desintoxicante.

A principal função do glutatião consiste em preservar a saúde das nossas mitocôndrias pelo que a sua deficiência tem sido associada a:

  • Doenças relacionadas com a idade como a doença de Alzheimer e de Parkinson
  • Doenças auto-imunes e doença coronária
  • Artrite, asma e outras doenças inflamatórias
  • Cancro
  • Fadiga e fraqueza muscular

A síntese do glutatião está dependente do ATP que é a bateria celular de energia, razão pela qual é fundamental fazer exercício. Ao aumentarmos a produção de glutatião obtemos um escudo contra muitos dos efeitos adversos do envelhecimento.

O glutatião em forma de suplementos é muito mal absorvido pelo que não é exequível. Há a forma endovenosa a qual é muito útil na doença de Parkinson e até no Alzheimer.

 

Sab | 17.04.10

OS PRÓS E OS CONTRAS DO RASTREIO DO PSA

Dr. Luís Romariz

Um teste ao PSA (PSA) serve para medir o nível de uma proteína chamada de antigénio específico da próstata. Nós médicos, usámos este teste para detectar - e avaliar o risco de - cancro da próstata. Desde a sua introdução 1980/1990 que ele é usado para detector o cancro da próstata nos seus estados mais precoces e curáveis. Então porque é que muitos peritos não confiam neste teste?

A mudança vem com uma crescente evidência de que os resultados dos rastreios não nos dão a segurança desejada. Uns estudos mostram uma sobre detecção de cancros da prostate com o aumento da idade, o que não é para causar admiração, e outros mostram que esses cancros nunca causariam sintomas ao longo da vida desses doentes. Mas á pior! O facto de os PSA’s estarem normais não significa que não haja um cancro da próstata. Isto foi amplamente demonstrado pelo meu amigo Prof. Abraham Morgentaler, urologista da Escola Médica de Harvard e autor do bestseller Testosterone for Life. Na realidade, ele efectuou dezenas de biopsias prostáticas a doentes com PSA’s normais e descobriu que uma boa parte tinha cancro da próstata.

Ainda assim, usamos os valores e quocientes (limite 20%) do PSA livre e do PSA total para termos uma indicação que possamos integrar com os resultados do exame rectal e da ecografia prostática. Muito importante é um aumento súbito do PSA.

Chega? Seguramente não é tudo, mas é o melhor podemos obter actualmente! Mas há uma vertente ainda pouco explorada e que promete dar grandes e bons frutos. É a que tem a ver com a prevenção. Nós sabemos que o licopeno (existe em abundância nos tomates) e outros antioxidantes têm acção na diminuição do risco de cancro da próstata, O Dr. Morgentaler também demonstrou que, ao contrário do que até então era a corrente vigente, uma diminuição na testosterona abria o caminho a esta patologia. Nós também sabemos que a prostata é embriologicamente afim do útero, e que a dominância estrogénica – isto é, estradiol não compensado pela progesterona – aumenta o risco de cancro. Ora, o macho em envelhecimento tem progressivamente mais e mais estradiol, chegando na grande maioria a ter mais estradiol do que as suas esposas na menopausa. Uma dieta equilibrada, com suplementação em licopeno e brócolos, bem como um programa de exercício físico hormonalmente eficaz leva a reverter essa dominância e a retirar a barriga e as mamas.