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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

HIPOTIROIDISMO TIPO 2

Janeiro é o mês da tiróide, portanto é bom podermos discutir a sua patologia e o impacto das doenças da tiróide sobre a nossa saúde. Mas afinal o que é a tiróide? É uma glândula em forma de borboleta, que se situa na face anterior do pescoço e que regula o nosso metabolismo. É causa frequente de ganho de peso, fibromialgia e outras maleitas, passando frequentemente sem diagnóstico preciso. Embora raro o hipertiroidismo, que aumenta o metabolismo, acaba normalmente em hipotiroidismo. Este que é muito mais frequente, causa alguma letargia, ganho de peso, aumento do “mau” colesterol, doença cardíaca, fibromialgia e alterações ginecológicas, bem como algum graus de impotência. O hipotiroidismo classicamente depende de um ataque auto-imune que vai destruindo a tiróide aos poucos e por surtos. O seu diagnóstico é validado através do doseamento sérico da TSH. Mas há um outro tipo de hipotiroidismo – tipo 2 – que é desconhecido da maioria dos médicos e que tem a ver com a resistência à acção da hormona nos tecidos onde é suposto actuar (tal como a diabetes tipo 2 diverge da tipo 1). De facto, diversas patologias como o stress, a dieta desequilibrada, doenças crónicas, e os tóxicos ambientais fazem com que haja uma resistência celular à conversão de T4 em T3 (a forma activa da hormona) e uma ocupação dos receptores das células por uma forma diferente da hormona – a reverse T3 – tornando os doentes em alvo fácil das manifestações do hipotiroidismo e pior do que tudo sem terem um diagnóstico preciso. E não adianta dizer que a TSH está dentro dos limites da normalidade pois no hipotiroidismo tipo 2 a TSH está sempre dentro desses limites. Quer o tipo 1, quer o tipo 2 são frequentemente subestimados, andando os doentes muitos anos sem serem devidamente diagnosticados e portanto sem o devido tratamento. Para além do diagnóstico eminentemente clínico – desde sempre se diagnosticou e bem o hipotiroidismo com base em critérios clínicos – os doseamentos das hormonas tiroideas (rT3 incluída), do complexo vitamínico B, do selénio e zinco, do ferro e ferritina, bem como a medição do tempo dos reflexos (nomeadamente o Aquiliano) podem ser muito úteis no diagnostico diferencial entre os dois tipos de hipotiroidismo. Muitas vezes só após uma vida de sofrimento é que os doentes obtêm a devida cura para os seus males. Portanto se sofre de diabetes, depressão, aumento das gorduras no sangue, fadiga crónica, fibromialgia, Alzheimer, Parkinson, enxaqueca, stress, ansiedade ou excesso de peso considere consultar um médico que possa descartar o hipotiroidismo como causa subadjacente.

publicado por Anti-Envelhecimento às 19:43
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8 comentários:
De Anónimo a 10 de Janeiro de 2012 às 22:56
Com o doseamento de t3 t4 e tsh é possível diagnosticar todos esses tipos de hipotiroidismo?
Qual o critério?
De Anti-Envelhecimento a 14 de Janeiro de 2012 às 19:41
Não. É preciso fazer todas as análises anteriormente inumeradas, mas acima de tudo na medicina imperam os critérios clínicos.
De Anti-Envelhecimento a 24 de Janeiro de 2012 às 11:51
Fazem falta outros dados e acima de tudo o exame clínico.
De rosália a 12 de Janeiro de 2012 às 14:58
O meu filho de 23 anos 1,73m , 49kg
Nos últimos exames que vez, tem o valor de ferro , 242 acima DOS VALORES NORMAIS (65 - 175) a ferritina tem 176 (V.N. 28- 365) e a Vitamina B12 acima de 1000 (V.N. 193 - 982)
Poderá ter algum problema de tiróide?
De Anti-Envelhecimento a 14 de Janeiro de 2012 às 19:38
Em princípio o hipotiroidismo tipo 2 acontece quando aferritina ou/e o ferro estão baixos, bem como a B12.
Mas não há nadfa como fazer as análises: TSH, T3 e T4 livres, TPO, anticorpos anti-tiroide e rT3.
De Anti-Envelhecimento a 24 de Janeiro de 2012 às 11:49
Não me parece que esses valores sejam consentâneos com o que descrevi.
De Fernanda a 3 de Abril de 2014 às 19:17
Boa tarde, fui diagnosticada com hipotiroidismo – tipo 2.
Minha Antiperoxidase Tireoideana - Anticorpos está alterado: 329,4 UI/mL. TSH: 2,38 (normal), T3 livre, T4 Livre: 1,22 (normais). Medi a temperatura corporal por 5 dias, deu sempre abaixo de 35,5. Cansaço, queda de cabelo, unha fraca, e enxaqueca. O diagnostico foi hipotiroidismo – tipo 2. Tratamento reposição de T3 e T4.
Estou em dúvidas, pois apenas 1 médico conhece o hipotiroidismo – tipo 2, os outros parecem que nunca ouviram falar, e não encontro muitos artigos sobre o tratamento.
Poderia me ajudar e dizer se o tratamento seria realmente a reposição hormonal, ou devo esperar até a minha tireóide "parar" de produzir o T3 e T4 (é o que a maioria dos médicos dizem).
Obrigada
De Anti-Envelhecimento a 8 de Abril de 2014 às 13:04
Quanto ao hipotiroidismo tipo2, deve-se iniciar a terapia e não esperar que a tiroide "fique nas lonas".

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Dr. Luís Romariz

Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 27 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University. Tem o curso de Internacional de Mesoterapia e de Medicina Estética. membro diplomado da AMME da França. É membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. Speaker internacional. É o pioneiro da medicina Anti-Aging em Portugal É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto.

Medicina Anti-Envelhecimento

Especialidade médica (Age Management Medicine) nascida há cerca de 8 anos nos EUA e que encara o envelhecimento como uma doença da qual conhecemos as principais causas e os sintomas, mas que ainda não é curável.
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