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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

INÍCIO DO DECLÍNIO COGNITIVO AOS 45

O aumento da esperança de vida implica alterações fundamentais na pirâmide etária, com um impressionante aumento do número de idosos. Estas alterações vão ter uma influência determinante na vida dos indivíduos e na sociedade em geral. Há uma associação negativa evidente entre a idade e o desempenho cognitivo – processo do conhecimento que integra a atenção, a memória, o raciocínio, o juízo crítico, a imaginação, o pensamento e o discurso – mas a idade em que este processo se inicia é desde sempre tema de debate. Estudos recentes permitem concluir haver pouca deterioração cognitiva antes dos sessenta anos, embora se demonstre a presença de placas amilóides – substância cerebral considerada prejudicial e que é muito característica da doença de Alzheimer – nos casos mais graves de declínio cognitivo. Após se ter estudado uma amostra humana de 5 198 homens e de 2 192 mulheres, entre os 45 e os 70 anos de idade, e se ter monitorizado a sua evolução durante 10 anos através de avaliações quadrimestrais, os resultados mostraram que a cognição declina com a idade do grupo e mais rapidamente à medida que cada indivíduo envelhece. O declínio após os 60 anos tem um impacto profundo na qualidade de vida das pessoas, com consequências significativas. Ora, sendo esta patologia completamente insidiosa e assintomática, devemos investir todos os nossos recursos na sua prevenção. Como? Através da alteração positiva dos estilos de vida, fazendo exercício físico, tendo uma nutrição adequada com particular empenho em consumir ómega-3 e em não ingerir alimentos com médio/elevado índice glicémico; suplementando a alimentação com antioxidantes de comprovado efeito sobre o cérebro como o resveratrol, e o ácido lipoico; incluindo fármacos para melhorar a glicação como é o caso da benfotiamina e da metformina. Ler, aprender e fazer jogos de franca actividade mental completa o ramo.

publicado por Anti-Envelhecimento às 11:00
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FADIGA

A queixa mais frequente referida pelos doentes é a fadiga. Nunca se sentem bem, têm dificuldade em sair da cama, estão deprimidos e ansiosos, sofrem de insónia, de má memória e dificuldade de concentração, e têm vertigens ou tonturas frequentemente. As origens da fadiga crónica são múltiplas. Mais frequentemente estão implicadas condições de saúde como o hipotiroidismo e a fadiga adrenal (das suprarenais). Todas as pessoas que têm uma doença crónica têm fadiga adrenal e hipotiroidismo tipo 2, mas estes pacientes são normalmente catalogados como depressivos e encharcados em fármacos tranquilizantes e antidepressivos químicos, os quais na maioria das vezes os põem como zoombies. Ou em alternativa são diagnosticados com fibromialgia e assim mantêm a cronicidade das suas maleitas ad eternum. O hipotiroidismo e a fadiga adrenal reflectem sempre um metabolismo pobre. Baixa produção de  cortisol e aldosterona – sobretudo o cortisol matinal -  e a baixa de minerais essenciais têm impacto na qualidade dos neurotrasmissores e portanto na nossa qualidade de vida. O hipotiroidismo provoca diminuição da produção ácida gástrica e consequentemente uma menor absorção dos minerais e das proteínas. O maior ataque às glândulas suprarenais provem do strress, e para além das técnicas de relaxamento podemos suplementar a nossa alimentação com vitamina C, complexo B, crómio, ómega-3 e boas fontes de gordura animal como as gemas de ovos, e a manteiga. Os adaptogénios nomeadamente a rhohiola rosea são extremamente úteis para nos ajudar a lidar com o stress. A optimização hormonal do hipotiroidismo com liotironina retard e da fadiga adrenal com a hidrocortisona, bem como a suplementação com DHEA e vitamina D, são as terapias de fundo destas patologias que afligem tantas pessoas. Para além disto, uma vida saudável e afastada dos tóxicos ambientais mais comuns, normalmente contidos nos alimentos processados (não esquecer as amálgamas dos dentes) podem ser o suficiente para voltar a ter força e vitalidade.

publicado por Anti-Envelhecimento às 10:57
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

TERMOGRAFIA VS MAMOGRAFIA

Muitas mulheres estão conscientes acerca dos limites das radiações emitidas pelos aparelhos de mamografias, e do possível dano por elas causado nomeadamente nas maiores do que 50 anos. Foram propostas recomendações – guidelines – para as mamografias de rastreio oncológico as quais passaram a contemplar a realização de uma mamografia de 2 em 2 anos para as mulheres entre os 50 e os 74 anos de idade. Isto até pode levar as mulheres a procurar outras opções, nomeadamente as que não sejam invasivas como é o caso da termografia. Esta é uma excelente ferramenta para a prevenção das alterações mamárias, e para o diagnóstico precoce do cancro da mama ao contrário da mamografia que apenas detecta um tumor após ele já se ter formado há 1 ou 2 anos, permitindo tomar medidas antes que seja tarde. A termografia tem uma capacidade de 99% de descartar a existência de um cancro da mama, e 90% de certeza a detectar um cancro existente. A termografia pode e deve ser utilizada para monitorizar:

  • A saúde mamária
  • As alterações na saúde mamária
  • As reacções adversas após tratamento do cancro da mama
  • Os programas de saúde mamária
  • A terapia de reposição hormonal

É necessária uma câmara de infravermelhos de alta resolução e um ambiente térmico condicionado e estável. A termografia procura o risco de desenvolvimento de cancro da mama antes do problema se estabelecer. Comparando a termografia à mamografia em termo de previsão atmosférica a primeira diz-nos se vai chover, enquanto que a mamografia apenas nos diz se a chuva vai melhorar ou piorar. Ora nesta como em outras situações críticas, apenas o diagnóstico precoce que conduz à terapia precoce nos pode salvar de apertos graves …

publicado por Anti-Envelhecimento às 20:20
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Domingo, 22 de Janeiro de 2012

EPIDEMIA SILENCIOSA

Uma maleita silenciosa ameaça milhões de pessoas – e você bem pode ser uma delas. A doença é dissimulada, atacando diferentes pessoas de diferentes maneiras. Numa pessoa manifesta-se por tremores, noutra através de depressão ou psicose, e noutras com alterações da sensibilidade, paresias e dores. Muitas vezes esconde-se atrás de um ataque cardíaco ou AVC (trombose). Frequentemente esta patologia é considerada uma doença de idosos, e se em boa parte isto corresponde à verdade, o facto é que as causas subjacentes pouco têm a ver com o normal envelhecimento. Pessoalmente acho que é mais perigosa a insuficiência do que a deficiência nesta vitamina. As quantidades mínimas recomendadas, bem como os níveis ditos normais, estão normalmente aquém do que é necessário para sermos saudáveis e apenas garantem a eliminação das doenças mais graves da falta vitamínica. Diferentes pacientes: perda de urinas, dificuldade em andar erecto e falta de força muscular (com as consequentes quedas e fracturas ósseas), depressão, infertilidade, e perda da sensibilidade, têm a falta de vitamina B12 em comum. E geralmente todos eles foram diagnosticados para outra patologia … no entanto 80% dos vegetarianos sofrem dela, bem como 20% dos seniores. A actual gama de valores “normais” está desactualizada face às necessidades e face às evidências – devemos considerar como mínimo o máximo proposto pelos laboratórios de análises. E facto, os níveis e as quantidades consideradas normais enfermam de dois enviesamentos:

Ø  As quantidades referem-se sempre às mínimas necessárias para que a deficiência absoluta não se expresse – por exemplo a quantidade mínima recomendada de vitamina C apenas cobre a expressão do escorbuto.

Ø  As variações dos valores dos laboratórios de análises são adaptadas continuamente às realidades, pelo que a manutenção constante de uma anormalidade passa a ser considerada normal – ou seja, se houver, e há, continuamente uma diminuição da ingestão de B12 os valores diminuídos passam com o tempo a ser considerados normais.

Mas o que torna a vitamina B12 tão peculiar? Desde logo o facto de ser a única com cobalto, e a única que não se adquire através de vegetais ou da radiação solar. Para a podermos obter teremos de comer produtos de origem animal ou teremos que ingeri-la sob a forma de suplementos (logo à partida é uma razão inultrapassável para afirmarmos que não somos nem podemos ser vegetarianos). Por outro lado, as peculiaridades desta vitamina expressam-se através da sua absorção e transporte interno:

o   A vitamina B12 está ligada a proteínas animais e precisa de ser libertada deste complexo para poder ser absorvida. Para isto é necessária a enzima pepsina a qual está dependente da produção de ácido clorídrico pelo nosso estômago.

o   O nosso estômago também produz uma substância chamada factor intrínseco, que é necessária ao transporte intestinal desta vitamina. Outras proteínas servem de transporte da B12 até ao intestino onde é absorvida.

o   Já na corrente sanguínea é precisa outra proteína – a transcobalamina II – para poder ser levada às células, o seu destino final.

Assim, qualquer alteração a este complicado sistema conduz a uma insuficiência em B12. Ora à medida que envelhecemos produzimos menor quantidade de ácido clorídrico e de factor intrínseco. Por outro lado as actuais medicações para problemas estomacais e de refluxo esofágico – os chamados anti-ácidos e inibidores da produção ácida – contribuem para a menor absorção desta vitamina. E estes potentes fármacos são actualmente de venda livre em para-farmácias …

Esta insuficiência está a tornar-se epidémica porque cada vez comemos mais produtos refinados e industrialmente processados – gorduras vegetais e açucares – os quais são baratos, em detrimento dos produtos animais mais caros e com o falso ónus de serem maus para a saúde. Dado os profissionais de saúde não estarem treinados para considerar a insuficiência nesta vitamina, bem como nas outras, como uma doença a pesquisar e haver a má ideia de que a partir da altura em que somos adultos – já estamos com o nosso corpo formado – precisamos de menor quantidade de proteína, isto abre as portas à presente epidemia que infelizmente vai aumentar de amplitude. E afinal é bem simples combater esta deficiência e as suas patologias associadas … ingerir carne, peixe e ovos … ou suplementar com a ingestão de vitamina B1 na forma sublingual – pois deixa de estar dependente das peculiaridades da sua absorção.

publicado por Anti-Envelhecimento às 11:11
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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

QUANDO É QUM DIETA GORDA NÃO É UMA DIETA GORDA?

Quando é uma dieta rica em hidratos de carbono (HC)! A maneira mais simples de comprovar que uma dieta rica em gordura é maléfica consiste em alimentar um ratinho a açúcar, e depois descrever isto como uma dieta rica em gordura. A dieta usada para a alimentação dos ratinhos continha 5% de gordura e só após ter sido convertida em 10% de gordura é que os ditos ratinhos deixaram de morrer de doença cardiovascular e renal. Baralhada? Quando usamos uma alimentação genuinamente gorda não há efeitos adversos ao nível do coração. A gordura “má” é produzida pelo nosso próprio corpo em resposta a um excesso de HC de elevado índice glicémico. No TOP destes HC está a frutose contida nas bebidas refrigerantes e sumos (mesmo que naturais e feitos em casa), e em metade do açúcar de mesa – a sacarose. A frutose escapa ao controlo da enzima fosfofrutoquinase e em vez do seu excesso ser convertido em glicogénio, que é uma forma (inócua) de armazenamento no fígado e nos músculos, é convertido em triglicerideos – uma má forma de gordura – e o ácido úrico resultante provoca hipertensão arterial. É os dois em um a evitar. Esta é uma das razões pela qual a massa (pasta) não coca tantos problemas de saúde. O seu HC é basicamente glicose. Claro que a massa tem outras qualidades que afectam, no bom sentido, o seu índice glicémico.

publicado por Anti-Envelhecimento às 18:19
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Dr. Luís Romariz

Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 27 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University. Tem o curso de Internacional de Mesoterapia e de Medicina Estética. membro diplomado da AMME da França. É membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. Speaker internacional. É o pioneiro da medicina Anti-Aging em Portugal É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto.

Medicina Anti-Envelhecimento

Especialidade médica (Age Management Medicine) nascida há cerca de 8 anos nos EUA e que encara o envelhecimento como uma doença da qual conhecemos as principais causas e os sintomas, mas que ainda não é curável.
Não sendo curável é no entanto possível retardar o seu aparecimento e praticamente suprimir os sintomas. Isto consegue-se à custa de:
- Medicina preventiva proactiva, curativa de tecnologia de ponta, e harmonização hormonal.
- Nutrição optimizada e suplementada.
- Exercício físico sustendato e hormonalmente optimizado.

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