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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

E OS PULMÕES?

Em nome do coração, os nossos pulmões são continuamente ignorados. Até ao exercício de aeróbica se convencionou chamar de cardio. As modernas estratégias de treino cardio relegam completamente os pulmões. Ninguém se preocupa com eles até a doença atacar. E normalmente é tarde demais. A actividade de aeróbica está desenhada para dar resistência de fundo. Parece óptima ideia, excepto que o nosso corpo não está feito para este tipo exercício de média intensidade e longa duração que é característico da aeróbica. Consegue pensar numa situação em que os nossos ancestrais necessitassem de correr durante horas? Ou tivessem de repetir o mesmo tipo de movimento vezes sem conta, sem intervalo ou descanso? Os nossos pulmões e o coração precisam de ser desafiados a dar o máximo de forma a adquirir uma boa forma e saúde estáveis. Pense um pouco: quando foi a última vez que precisou de dar uma corrida? Provavelmente há muito tempo! O exercício de cardio está desenhado para que nunca corra demais, nem de menos. Mas qual é a ideia? Em tempos idos, diferentes formas de aceleração rápida eram essenciais à sobrevivência. E este tipo de actividade, seja em terra ou na água, desafiou as capacidades pulmonares dos nossos antepassados. A vida moderna é stressante e precisamos de pulmões na máxima capacidade para lhe fazer frente. Na maioria das vezes nem nos damos conta que não os utilizamos na sua plenitude – ou que não o podemos fazer. A perda de capacidade pulmonar é comum e crónica. Isto significa um problema constante que persiste durante anos, e que não notamos porque não temos com o que comparar. Uma vez que mudamos de exercício de média para alta intensidade, precisamos de cada vez mais oxigénio para manter esse elevado nível de actividade. O sprint é um bom exemplo. Claro que o não conseguiremos fazer durante muito tempo, pois ficaremos exaustos ao fim de pouco mais de um minuto. Mas quando paramos ficamos com respiração ofegante e rápida. Esta é a maneira de repor de volta o oxigénio que se gastou a mais. O conceito é simples de entender: actividades de alta intensidade necessitam de muito oxigénio e rapidamente, e de forma crescente. Este é o ponto em que se acumula uma dívida de oxigénio à custa de mecanismos de backup. Após cessar esta necessidade de alto débito de oxigénio, continuamos a respirar de forma intensa para repor o que consumimos por conta. À medida que formos exercitando este mecanismo de sobrevivência vamos aumentando as nossas capacidades pulmonares e cardíacas. Se fizermos sempre uma marcha muito certinha apenas exercitamos esse tipo de actividade. Podemos subir umas escadas e ter um ataque cardíaco porque na realidade não estávamos preparados para esse tipo de esforço. E também temos de desafiar o corpo pois caso contrário ele adapta-se. Por exemplo: se todos os dias andarmos vigorosamente 30 minutos, com o intuito de perder gordura, o nosso corpo entende que vamos fazer essa actividade e de antemão acumula gordura para ser gasta. Irónico? Mas é mesmo assim. Teremos que intervalar com corrida de forma a produzir adaptações, e podem ter a certeza que o nosso corpo responde: presente.

publicado por Anti-Envelhecimento às 18:44
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Cara(o)s Leitora(o)s

É suposto este ser um blogue interactivo, e está muito parado pelo vosso lado. Não tenham problemas em pôr as vossas questões ou casos pessoais de saúde. Responderei sempre.

publicado por Anti-Envelhecimento às 15:10
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CAFÉ E CANCRO ENDOMÉTRIO

Foi revelada e publicada na revista da Associação Americana de Cancro uma associação entre o consume de café e protecção contra o cancro do endométrio. O café pode ser benéfico nos cancros associados à obesidade, bem como em relação aos que foram associados a uma insulina elevada. E ao estradiol (estrogénio). O café já se revelou ser protector em relação à diabetes devido ao seu “efeito insulínico”, e uma equipa de Harvard estudou durante dois anos milhares de consumidores de café para encontrar padrões de benefício. A análise dos dados sugere uma diminuição de 30% no risco de contrair cancro do endométrio, nas mulheres que tomam cerca de quatro cafés por dia, e 22% em relação aos descafeinados. Provavelmente este efeito é devido à capacidade antioxidante do café que previne a lesão oxidativa do ADN, e ao aumento de conversão dos estrogénios em 2-OH-estrona que é anticancerígeno. O café está associado ao tabagismo e dessa forma perde-se o efeito benéfico, abrindo as portas ao cancro do pulmão.

publicado por Anti-Envelhecimento às 15:05
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

MAGNÉSIO VS DIABETES VS HTA

Os resultados de uma meta-análise (super estudo médico) com mais do que 360 000 doentes publicados na revista médica Diabetes Care mostram uma significativa diminuição do risco da doença nas pessoas que ingerem boas quantidades de magnésio. Os doentes com maiores níveis de ingestão de magnésio têm 22% menos risco de diabetes, sendo que cada 100 miligramas deste elemento estão associados a uma diminuição de 14% no risco de ter esta doença, Este efeito do magnésio é mais pronunciado quanto maior for a massa corporal. Por outro lado, no que concerne à hipertensão arterial, a ingestão de magnésio, potássio, vitamina D, ácido fólico, whey, óleo de peixe alho e coenzima Q10, quando associada à dieta DASH (mediterrânea modificada) tornam-se alternativas credíveis aos medicamentos químicos usados na hipertensão. Isto é chancelado num estudo publicado no Journal of Hypertension. Limitar a ingestão de álcool e abolir o tabaco também proporciona um acréscimo de controlo da doença. A acção do exercício não é de desprezar. Mais uma vez percebemos que os estilos de vida são cruciais no desenvolvimento e controlo das ditas doenças civilizacionais das quais a hipertensão faz parte.

publicado por Anti-Envelhecimento às 10:38
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

IODO E PREVENÇÃO DO CANCRO DA MAMA

A incidência de cancro da mama aumentou, atingindo actualmente 1 em cada 8 mulheres. Poderá questionar, haverá medidas preventivos que tenham sido negligenciadas? A resposta é um rotundo SIM, e entre essas medidas situa-se o mineral iodo. Este mineral bastante afastado da nossa alimentação, quer porque consumimos sal refinado (sem oligoelementos), quer porque cada vez consome menos alimentos marinhos. O iodo classicamente previne o bócio – forma de hipotiroidismo – e Segundo a Organização Mundial de saúde 15% das mulheres tem deficiênciaem iodo. Poroutro lado ao recomendação mínima diária para o iodo é muito baixa, devendo cifrar-se em muitas vezes mais do que os 150 mcg recomendados. A suplementação com iodo através do iodeto de potássio é extremamente segura e tem vindo a ser prescrita desde há vários anos. A verdade é que a deficiência em iodo pode causar doença mamária fibroquística, e o iodo tem a capacidade de destruir as células malignas e pré-cancerosas. O iodo provou conseguir reverter muito bem as alterações fibroquísticas e está actualmente no centro dos estudos acerca desta matéria.

Para além do iodo, já sabemos que níveis elevados de vitamina D anulam o risco de contrair cancro da mama.

publicado por Anti-Envelhecimento às 10:50
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Dr. Luís Romariz

Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 27 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University. Tem o curso de Internacional de Mesoterapia e de Medicina Estética. membro diplomado da AMME da França. É membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. Speaker internacional. É o pioneiro da medicina Anti-Aging em Portugal É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto.

Medicina Anti-Envelhecimento

Especialidade médica (Age Management Medicine) nascida há cerca de 8 anos nos EUA e que encara o envelhecimento como uma doença da qual conhecemos as principais causas e os sintomas, mas que ainda não é curável.
Não sendo curável é no entanto possível retardar o seu aparecimento e praticamente suprimir os sintomas. Isto consegue-se à custa de:
- Medicina preventiva proactiva, curativa de tecnologia de ponta, e harmonização hormonal.
- Nutrição optimizada e suplementada.
- Exercício físico sustendato e hormonalmente optimizado.

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