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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

ENTENDENDO O ÍNDICE GLICÉMICO

Possivelmente já ouviu falar de índice glicémico, ou GI, uma vez que ele se tornou ultimamente muito popular no mundo da nutrição e do emagrecimento. Seguir o índice glicémico não é o mesmo que fazer uma dieta de emagrecimento, antes comer de forma lógica e saudavelmente adaptada à nossa espécie promovendo um peso saudável, aumento de energia e de vitalidade, reduzindo no longo prazo os riscos de doença crónica. O GI é uma ferramenta apropriada para quem quizer fazer boas escolhas nutricionais e ter melhor saúde. Pesquisa conjunta das Universidades de Toronto e de Sidney, é um sistema de listar – de 0 até aos 100 da glicose - todos os hidratos de carbono segundo a sua velocidade de transferência da glicose para a corrente sanguínea, bem como da sua capacidade para gerar insulina. Por exemplo, os amidos (batata cozida) têm uma grande capacidade de libertar a glicose (ainda na mucosa oral), bem como o arroz branco e o açúcar. Dentro dos alimentos com baixo índice glicémico encontramos os vegetais e os frutos.

Muitos estudos associaram o GI à obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo II e ao aumento de risco de doença cardiovascular. O IG também afecta o humor e a capacidade de queimar ou armazenar gordura (via insulina). Quando uma refeição é muito rica em GI entra rapidamente muita glicose no sangue, que leva a uma grande produção de insulina com a consequente metabolização em gordura e armazenamento. A rápida entrada de glicose nas células leva a uma hipoglicemia e à imperiosa necessidade de obter mais açúcar. Desta forma baixam os níveis de energia e as pessoas andam constantemente cansadas e com ânsias de HC.

Devemos escolher os hidratos de carbono sensatamente tendo em mente que não podemos dissociar a qualidade (GI) da quantidade – Carga Glicémica. Os HC de boa qualidade são ricos em fibra, e baixos no GI. Mantêm-nos mais tempo saciados, reduzem o risco de cancro e de doença cardiovascular. São normalmente ricos em minerais, antioxidantes e vitaminas. Opte pelos feijões e frutos, bem como por todos os vegetais, especialmente os mais coloridos. A quantidade de HC consumidos também é importante na gestão do peso, recomendando cerca de 40% da energia ingerida. Eis algumas estratégias para reduzir o impacto do GI nas refeições:

 

  • Coma muitos vegetais
  • Combine os HC com proteína   e gordura de boa qualidade as quais ajudam a abrandar a digestão
  • Use vinagre balsâmico ou limão, pois a sua acidez ajudar a abrandar a digestão
  • Cozinhe os alimentos o menos possível pois assim baixa o GI
  • Use adoçantes naturais, com GI baixo, tais como a stevia
  • Ingira eventualmente doces e logo a seguir à refeição pois têm menor impacto na glicemia
  • Tome suplementos de extracto de feijão branco pois têm enzimas (alfa amílase) que combatem a absorção dos amidos

Tenha em conta que esta é uma ferramenta de nutrição e não a “Bíblia” da nutrição. Há aspectos que escaparam aos autores, nomeadamente o impacto nocivo da frutose - GI baixo – na produção de gordura, hipertensão e produtos de envelhecimento AGE’s.

 

publicado por Anti-Envelhecimento às 19:02
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1 comentário:
De retratoperfeito a 25 de Abril de 2010 às 15:47
Ola Sr. Dr. Luis Romariz.
Descobri recentemente que tenho o sindrome do colon irritavel. E, há cerca de 2 anos extrairam-me a vesicula pq fiz fiz uma pancreatite aguda fui operada de urgencia.
Agora estou a tentar saber o que comer, pq neste momento Dr. estou numa confusão total. Se por um lado devo ingerir certos alimentos para o sindrome, o certo é que me apercebo pelas pesquisas feitas na net é que não as devo comer de todo por causa da pancreatite que fiz. Tenho seguido o seu blog ultimamente e fala com uma clareza ao qual agradeço, pq é uma linguagem que todos entendem.
MUITO OBRIGADA.
Tenho 40 anos acho que os medicos com quem tenho consulta (no hospital), não me ilucidam sobre este assunto, nem sequer me falam sobre a alimentação.
A minha ginecologista tb não percebe (ou não quer) nada sobre os bio-identicos. Tenho alguns dos sintomas que refere que analises deverei fazer para saber como estou a nivel hormonal? Sinto-me despojada de energia constantemente.
Grata pela atenção
Branca P.

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Dr. Luís Romariz

Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 27 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University. Tem o curso de Internacional de Mesoterapia e de Medicina Estética. membro diplomado da AMME da França. É membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. Speaker internacional. É o pioneiro da medicina Anti-Aging em Portugal É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto.

Medicina Anti-Envelhecimento

Especialidade médica (Age Management Medicine) nascida há cerca de 8 anos nos EUA e que encara o envelhecimento como uma doença da qual conhecemos as principais causas e os sintomas, mas que ainda não é curável.
Não sendo curável é no entanto possível retardar o seu aparecimento e praticamente suprimir os sintomas. Isto consegue-se à custa de:
- Medicina preventiva proactiva, curativa de tecnologia de ponta, e harmonização hormonal.
- Nutrição optimizada e suplementada.
- Exercício físico sustendato e hormonalmente optimizado.

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