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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

OPTIMIZAÇÃO HORMONAL FEMININA

Menopausa refere-se a uma altura da vida da mulher na qual deixou de haver menstruação há pelo menos um ano. Os ovários diminuem a sua produção hormonal de estrogénios, testosterona e progesterona (esta última aproxima-se do zero). Adicionalmente com o fim da capacidade de gestação observa-se um declínio em todo o sistema endócrino. Este é um processo que demora entre 3 a 5 anos a desenvolver-se. A fase mais precoce, de transição, é referida como climatério ou peri-menopausa. Na maioria dos casos a menopausa aparece cerca dos 50 anos. Há medida que os níveis das hormonas-chave vão diminuendo, vão aparecendo profundas alterações degenerativas em relação ao crescimento e ao metabolismo as quais afectam as mamas, a vagina, os ossos, os vasos sanguíneos, o aparelho digestivo, urinário, o sistema cardiovascular, a pele, e os níveis de energia. O NewAge faz uma avaliação precisa que inclui a composição corporal e a determinação dos níveis das hormonas-chave:

  • DHEAs
  • Estradiol
  • FSH
  • IGF-1
  • Progesterona
  • TSH
  • T3, Livre
  • T4, Livre
  • Testosterona, Total
  • Testosterona, Livre
  • Testosterona, % Livre

Tradicionalmente os médicos têm a tendência para tratar a menopausa não valorizando os seus sintomas. Frequentemente, nem se dão ao trabalho de determinar os níveis hormonais. Simplesmente prescrevem doses fixas de hormonas quimicalizadas (não-bioidênticas). A verdade é que cada mulher é um ser diferente, e cada uma delas passará por uma experiencia diferente deste tempo da sua vida. Contudo é importante fazer avaliações antes de se iniciar um programa hormonal e posteriormente integrar periodicamente os níveis hormonais nos sintomas, procurando que estes níveis hormonais se situem nos ⅔ superiores dos valores de referência. Isto permite desenhar um programa à medida, ao invés de um tamanho único.
Devemos esperar que um programa de saúde da mulher determine uma optimização hormonal próxima dos níveis da sua juventude, os quais conjuntamente com a nutrição correcta e o exercício apropriado permitam aspirar a um aumento da longevidade com uma qualidade de vida superior.

Os sintomas mais comuns da menopausa são os fogachos, sensações súbitas de intenso calor, podendo aparecer com suores profusos – especialmente nocturnos – e até com arrepios. São considerados fruto das flutuações nos níveis dos estrogénios.

Outros sintomas comuns da menopausa estão relacionados com alterações ao nível do trato urinário e vaginal. Os níveis hormonais diminuem, as paredes da vagina ficam mais finas, secas e menos elásticas o que faz da relação sexual uma tortura e a torna mais susceptível às infecções. Os tecidos das vias urinárias também se alteram com a diminuição das hormonas – nomeadamente da testosterona – podendo algumas mulheres ter incontinência urinária. Optimizando os níveis hormonais tudo isto é passível de ser revertido.

Também é vulgar haver uma perda da libido, raramente discutida, com o consequente reflexo na relação conjugal. Geralmente as mulheres têm 10% dos níveis de testosterona dos homens e a sua diminuição tem expressão no desejo sexual, na incontinência urinária, na composição corporal e na energia.

As alterações humorais mais frequentes na menopausa têm a ver com o vai e vem dos níveis de estrogénios, e para muitas mulheres a depressão torna-se numa companheira. Através de factores como o estilo de vida, o esvaziar do “ninho”, e a alteração das suas redes sociais, as mulheres vêem acrescer os efeitos da diminuição hormonal no seu humor. A optimização hormonal deve poder prevenir os altos e baixos hormonais estabilizando assim o humor, condição essencial para manter o seu matrimónio preservado.

A osteoporose é definitivamente uma doença que afecta ambos os sexos, só que na mulher tem um pico à volta da menopausa razão pela qual é mais notória. A perda da massa óssea inicia-se cerca de 10 anos antes da menopausa e faz-se à custa da formação de osso, maioritariamente pela diminuição acentuada da progesterona. A diminuição dos estrogénios após a menopausa, dado que faz aumentar a perda de massa óssea, acelera o processo da osteoporose dado que ficam comprometidos ambos os componentes do metabolismo ósseo: diminuição na formação e aumento na perda. A isto acresce a falta de exposição solar que leva a uma insuficiência em vitamina D, a qual fragiliza a mineralização dos ossos. A modulação hormonal – não esquecer que a vitamina D é uma hormona – a nutrição optimizada e o exercício físico hormonalmente validado permitem esquecer a existência desse flagelo que é a osteoporose.

Todos os estudos apontam para uma diminuição na saúde cardiovascular pós- menopausica em virtude da diminuição estrogénica. Também é conhecido o papel protecto dos estrogénios sobre o AVC (trombose cerebral). Os estrogénios mantêm elevados os níveis do colesterol protector e baixos os níveis do LDL (mau colesterol). A reposição hormonal aliada a uma nutrição saudável minimiza estes riscos, especialmente quando complementada com algum exercício físico.

Existe alguma controvérsia sobre a terapia de substituição hormonal, mas os estudos foram efectuados com hormonas quimicalizadas e não com hormonas naturais – bioidênticas. Sabemos bem quais os efeitos deletérios das hormonas sintéticas (cancro, doença cardiovascular, etc.). Se as hormonas (naturais) fossem más e causassem doença, nomeadamente o cancro da mama, então estas doenças deveriam ser bem patentes nas jovens pois elas têm as suas hormonas nos picos. Mesmo os autores do maior dos estudos efectuados com hormonas químicas (Harvard) chegaram à conclusão que o dito estudo tinha muitas falhas e que afinal havia benefício para as mulheres.

A grande questão é que a terapia de substituição hormonal, com hormonas naturais (bioidênticas) é segura e impede o envelhecimento precoce da mulher da actualidade, ajudando-a a rejuvenescer e a fazer dos anos vindouros os melhores da sua vida.

 

publicado por Anti-Envelhecimento às 17:19
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2 comentários:
De Anónimo a 26 de Julho de 2011 às 11:27
Bom dia Dr. Romariz,
é possivel estabilizar os niveis hormonais com esta terapia, com a aplicação cutanea? Será que é absorvida da mesma forma por diferentes pessoas?
E ao fim de quanto tempo se começam a sentir os efeitos do tratamento?
um bom dia
De Anti-Envelhecimento a 28 de Julho de 2011 às 19:45
Sim é possível. A absorção é sempre diferente de doente para doente, mas também NÂO é assim tão diferente. Normalmente ao fim da 1ª semana.

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Dr. Luís Romariz

Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 27 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University. Tem o curso de Internacional de Mesoterapia e de Medicina Estética. membro diplomado da AMME da França. É membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. Speaker internacional. É o pioneiro da medicina Anti-Aging em Portugal É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto.

Medicina Anti-Envelhecimento

Especialidade médica (Age Management Medicine) nascida há cerca de 8 anos nos EUA e que encara o envelhecimento como uma doença da qual conhecemos as principais causas e os sintomas, mas que ainda não é curável.
Não sendo curável é no entanto possível retardar o seu aparecimento e praticamente suprimir os sintomas. Isto consegue-se à custa de:
- Medicina preventiva proactiva, curativa de tecnologia de ponta, e harmonização hormonal.
- Nutrição optimizada e suplementada.
- Exercício físico sustendato e hormonalmente optimizado.

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