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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

A EPIDEMIA DA OBESIDADE

É um facto, há actualmente mais pessoas com excesso de peso do que havia há 30 anos. Sim, as crianças são quem mais está a sofrer com isto, quando se comparam gerações. Este estado de coisas leva os médicos a avisar quanto aos perigos de aumento da doença cardiovascular e de outras doenças que têm vindo a aumentar desde há décadas.

Há quem acredite que isto é fruto da gula e da preguiça, mas os alimentos estavam ao dispor bem antes desta epidemia aparecer. O principal problema está no crescente consumo de açúcar. Este precipita o armazenamento de gordura e faz o cérebro pensar que tem fome, montando um ciclo vicioso fatal!

Mais especificamente, é a frutose que é mais perigosa e que mais contribui para este estado de coisas. Ela representa metade do açúcar de mesa – a sacarose – e a quase totalidade do xarope de milho, ou xarope de frutose o qual – por ser muito barato – infesta a maioria das bebidas e mesmo de molhos e outros alimentos processados.

Predomina a ideia errada de que é a gordura que faz engordar e que é a causadora de doença cardiovascular. Conforme tenho referido esta ideia – a teoria lipídica – nasceu das conclusões erradas de um estudo (Seven Countries) efectuado há cerca de 30 anos por um epidemiologista americano (A. Keys). Estas conclusões fazem “lei” na nossa alimentação desde essa altura. Infeliz e paradoxalmente, a comunidade médica – e eventualmente a nutricionista – não se questiona sobre isto, e sobre o facto absurdo da gordura animal – aquela que a espécie humana sempre consumiu – nos fazer pretensamente mal à saúde. Mais, se a gordura faz tão mal à saúde então porque é que apesar da proliferação de alimentos meio-gordos ou sem gordura, continuamos com obesidade e doença cardíaca em níveis cada vez mais alarmantes? Então não é caso para pormos os neurónios a funcionar? Só porque as gorduras vegetais são vegetais já são boas e podem substituir toda a gordura de origem animal? Esta gente nunca estudou bioquímica ou fisiologia? Não sabem que a substituição de determinados ácidos gordos causa enorme perturbação quer nas membranas celulares, quer na produção hormonal? Precisamos de uma grande diversidade de ácidos gordos, quer de origem animal, quer oriundos do azeite, quer de sementes e nozes. E o facto de produzirmos determinados ácidos gordos não significa uma vantagem, antes um beco sem saída. Uma coisa é certa, nós NÃO SOMOS HERVÍBOROS!

A popular ideia de que uma caloria é uma caloria não passa de um grave erro. Uma caloria de um alimento não viciante e que tenha a capacidade de estimular os mecanismos da saciedade, casos da supressão da grelina, e da estimulação pela insulina e pela leptina não é a mesma coisa que outra caloria de uma alimento que não conhece mecanismos de controlo e que é na sua maioria convertido em gordura e “mau” colesterol.

Curiosamente, o director do estudo de Framingham, Dr. William P. Castelli, o maior estudo observacional ainda em curso, declarava em 1992 “ em Framingham, quanto mais gordura saturada se come, e mais colesterol e mais calorias se ingere, menor é o colesterol no sangue… menos peso têm e mais activos fisicamente são…o oposto do que Ancel Keys tinha previsto…”. Isto vindo do maior estudo mundial a pregar os malefícios da gordura, nomeadamente da gordura saturada. Dá que pensar!

Pense no seguinte:

  • Livre-se dos açúcares que tenha em sua casa. As crianças penas deverão beber água ou leite.
  • Ao ingerir hidratos de carbono não se esqueça de ingerir a fibra
  • Espere 15 minutos para repetir um prato.
  • Negoceie com os seus filhos o tempo de televisão ou computador, minuto a minuto, em troca de tempo de exercício físico.
  • Ingira gorduras saudáveis, nomeadamente manteiga integral, óleo de coco e evidentemente, o azeite. Evite os óleos alimentares e toda e qualquer margarina ou gordura vegetal sólida ou em creme. Estes últimos são uma bomba-relógio pronta a atacar a sua saúde!

O exercício queima poucas calorias. Mas aumenta o metabolismo, diminui o stress e aumenta a sensibilidade à insulina, afastando assim o espectro da diabetes.

Vocês pais e mães deste país, que amam os vossos filhos acima de tudo e para os quais querem o melhor desta vida, pensem bem antes de os deixar ingerir bebidas açucaradas, frituras, fast-food, ou sumos mesmo que naturais. Os vossos filhos precisam de proteína, gorduras saudáveis, nomeadamente a manteiga integral, o EPA e o DHA dos ómega-3, e exercício físico moderado. Do que não precisam é de óleos râncidos, nomeadamente os óleos vegetais, açúcares que promovam a obesidade e a doença cardíaca, bem como não precisam de um ambiente inflamatório, trombótico e alérgico. Certamente que nem que fosse só desta vez, os deixariam experimentar cocaína, bebidas alcoólicas ou outra droga qualquer!

“Você não é o que come; você é o que faz com o que come” e o que faz com a ingestão de açúcares, nomeadamente frutose é particularmente perigoso.

publicado por Anti-Envelhecimento às 10:41
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7 comentários:
De O Primitivo a 14 de Abril de 2010 às 22:14
Caro Dr. Romariz, parabéns por mais este excelente artigo, que me parece bastante rigoroso. Estamos agora a entrar na época de verão e uns dos temas recorrentes é o cancro de pele, os protectores solares, etc. Ora, a recomendação do "consuma mais óleos vegetais poliinsaturados saudáveis", fruto da citada malograda hipótese lipídica, não estará a contribuir para o cancro de pelo? É que presumivelmente níveis aumentados de poliinsaturados aumentam a expressão do cancro e também a peroxidação lipídica (http://wholehealthsource.blogspot.com/2009/03/skin-texture-cancer-and-dietary-fat.html). É verdade que quando se consomem mais saturadas/óleo de coco, a pele é menos fotosensível e menos bronzeável? Tem algum artigo explorando estes temas?
De Emanuel a 14 de Abril de 2010 às 23:33
Bom artigo Luís,

Como deves compreender é difícil lutar contra esta epidemia, o crescimento do PIB depende disso, assim como outros sectores que lucram indirectamente com este fenómeno moderno. Abaixo à hipocrisia!
De Anti-Envelhecimento a 15 de Abril de 2010 às 17:50
Pois, mas as nossas crianças merecem melhor sorte. E como sou MUITO persistente, e não vivo disto...nunca me vou calar!
De Anti-Envelhecimento a 15 de Abril de 2010 às 18:06
Embora não tenha estudos credíveis sobre a ligação polinsaturados/melanoma, posso sempre reportar-me a autoridades sobre as gorduras alimentares como a >Mary Enig. A minha convicção é que o melanoma é multifactorial, genética, vitamina D, alimentação, uso ou não de protectores solares, etc
Claro que os ácidos gordos derivados do coco e da manteiga por exemplo, conferem uma rigidez e uma resistÊncia à peroxidação.
Na diversidade é que está a virtude.
De O Primitivo a 15 de Abril de 2010 às 22:41
Caro Dr. Romariz, a minha visão é sempre a de que para algo correr muito mal, como por exemplo ocorrer uma doença grave, é necessário que ocorram muitas falhas em simultâneo. Se assim não fosse, se não estivéssemos evolucionariamente munidos de uma elevadíssima redundância, então jamais teríamos chegado a este lugar. O facto é que somos seres maravilhosamente criados, dotados de uma incrível resiliência, e isto torna, pois claro, dificílimo identificar causas únicas para o que seja, porque tudo é multifactorial. Mas, por outro lado, se nos acomodarmos a esta realidade e transpusermos certos limites, por exemplo se usarmos o protector, consumirmos os óleos vegetais, tivermos uma dieta pró-inflamatória, mantivermos um estresse oxidativo crónico, excesso de peso, tudo ao mesmo tempo e por períodos prolongados, então os problemas necessariamente aparecem. E o problema é que toda a população portuguesa para lá caminha - mais de 30% da população adulta já é hiperinsulinémica (acima de 8 microUI/dl).
De Anti-Envelhecimento a 16 de Abril de 2010 às 11:01
Bom, eu tenho a perspectiva evolutiva, mas acho que fomos evoluindo por camadas e por erros e tentativas. Exemplo das camadas: o nosso cérebro que tem tudo o que os outros animais têm excepto o neocórtex.
Quanto aos erros e soluções, basta ver que a maioria das enzimas resolve problemas postos pela própria evolução.
Daí não sermos capazes de fazer frente a alterações súbitas e graves (como o excesso de sal), pois precisamos de tempo para as mutações!
De Doutor Leonardo a 22 de Abril de 2010 às 05:25
Vale a pena lembrar que a faixa de valores ideal para IMC nos idosos é diferente da faixa dos adultos. Saiba mais... (http://leonardof.med.br/2010/04/22/como-saber-se-voce-esta-acima-do-peso-ideal/)

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Dr. Luís Romariz

Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 27 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University. Tem o curso de Internacional de Mesoterapia e de Medicina Estética. membro diplomado da AMME da França. É membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. Speaker internacional. É o pioneiro da medicina Anti-Aging em Portugal É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto.

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Especialidade médica (Age Management Medicine) nascida há cerca de 8 anos nos EUA e que encara o envelhecimento como uma doença da qual conhecemos as principais causas e os sintomas, mas que ainda não é curável.
Não sendo curável é no entanto possível retardar o seu aparecimento e praticamente suprimir os sintomas. Isto consegue-se à custa de:
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