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Sábado, 3 de Dezembro de 2016

ELECTRÕES, TOXINAS, E DOENÇA

Muitos fenómenos científicos, talvez a sua maioria, obedecem ou seguem leis da natureza. Quando um perito não consegue explicar os factos aos leigos, é porque tem uma completa falta de compreensão desses factos.

A pesquisa dos efeitos dos antioxidantes sobre toxinas e doenças infecciosas mostra um padrão nos seus mecanismos de actuação. Um ser vivo saudável é aquele em que há um permanente fluxo de electrões. Quando doente, esse fluxo está parcialmente comprometido, e quando não há fluxo de electrões é porque o ser vivo está morto. As toxinas e as doenças causam uma sobre produção de radicais livres, ou seja, uma oxidação; ao invés, os antioxidantes neutralizam os efeitos da oxidação reparando ou ajudando a reparar as lesões e a restabelecer o fluxo electrónico. A vitamina “C”, enquanto primeiro antioxidante corporal, é talvez o mais importante doador de electrões que mantém o fluxo em níveis óptimos. A oxidação envolve a perda de electrões, e os antioxidantes contrariam este processo. Embora a vitamina “C” possa ser o antioxidante mais importante, há muitos e diferentes antioxidantes presentes no nosso corpo, e muitos deles trabalham para manter os antioxidantes naturais endógenos, o que permite que eles doem electrões. Por exemplo, a vitamina “E” é um antioxidante solúvel em gordura, o que a torna importante na defesa das membranas celulares (feitas de gordura). A vitamina “C” que é apenas solúvel em água, ajuda a recarregar a potência antioxidante da vitamina “E”.

Neste contexto a perda local de electrões (oxidação) representa o inicio da degradação das estruturas celulares. Um antioxidante serve para repor imediatamente essa perda de electrões, resultando numa rápida reparação dos tecidos lesados. Frequentemente, os antioxidantes conseguem neutralizar os radicais livres ainda antes de eles oxidarem estruturas celulares. Os estudos sobre doença oxidativa revelam de forma consistente:

  • Diminuição nos níveis de vitamina “C” e outros antioxidantes
  • Aumento no nível do stress oxidativo, indicando oxidação persistente
  • Aumento na produção hepática de vitamina “C” nos animais que a produzem, como resposta adaptativa
  • Aumento no consumo de antioxidantes
  • Correlação directa entre a actividade tóxica e os níveis antioxidantes
  • Indução aguda de escorbuto, consistente com depleção em vitamina “C”

De notar que estes achados são independentes do tipo de toxinas, uma vez que todas as toxinas causam oxidação dos enzimas e das estruturas celulares. Toda a lesão tóxica pode ser reparada por uma dose suficientemente alta de antioxidantes. Claro que esta terapia deverá ser instituída antes de haver danos irreversíveis. Curiosamente, as doenças infecciosas infligem lesão da mesma forma que as toxinas, pelo que altas doses de antioxidantes são úteis na sua cura.

Não há antioxidantes menores, antes sim um cabaz antioxidante em que uns têm maior afinidade para uns tecidos e outros para outras estruturas. Os antioxidantes actuam todos da mesma maneira, doando electrões, e não vale a pena investir em bagas dispendiosas ou outros. Assim, o importante é a determinação analítica dos antioxidantes totais e o seu aumento. Uns actuam dentro das células – caso do glutatião – outros fora, caso da vitamina “C”; outros nas membranas – caso da vitamina ”E”; e há o caso particular do ácido alfa lipoico que actua em todos os meios.

publicado por Anti-Envelhecimento às 14:29
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Segunda-feira, 20 de Junho de 2016

EXERCICIO DE CADA DIA … NOS DAI HOJE!

A nossa saúde, na generalidade, é em última instância determinada ao nível celular. Cada uma das diferentes células representa uma fábrica em miniatura responsável pela produção de energia – nas mitocôndrias – pela produção de proteínas – nos ribossomas – e pela coordenação das funções vitais – no núcleo. Todas estas funções requerem um constante suprimento de micro nutrientes – vitaminas, minerais, fitoquímicos e outros antioxidantes. O brutal aumento da frequência cardíaca durante o exercício requer uma enorme quantidade de energia, pelo que um coração forte e umas artérias intactas são condição essencial para um contínuo bombear do fluxo sanguíneo a altos débitos. Micro nutrientes como o coenzima Q10, a carnitina, o ácido alfa lipoico, a vitamina C e as vitaminas do grupo B, são essenciais para a produção de energia ao nível das células cardíacas durante o exercício vigoroso. Concomitantemente, artérias saudáveis são requisito crítico para a manutenção de um fluxo sanguíneo optimizado de forma a evitar a fadiga. O magnésio regula os níveis de outros elementos tais como o potássio, cálcio e sódio. A perda excessiva destes elementos através do suor conduz a cãibras e lesões. Para além disto, o brutal aumento no consumo de oxigénio durante o exercício aumenta o stress oxidativo – por aumento de produção de radicais livres – expondo as células cardíacas à lesão celular. Como tal, os antioxidantes como as vitaminas C, A, e E, bem como os carotenos e o selénio/zinco têm de ver a sua disponibilidade aumentada. Também influenciam positivamente a quercetina, o chá verde, o resveratrol (vinho tinto) e a curcumina (açafrão), pois aumentam os benefícios dos antioxidantes reduzindo a lesão muscular e a inflamação e promovendo a reparação. Sabemos também que a ingestão de óleo de peixe (DHA+EPA) concomitantemente com microdoses de Aspirina (AAS) promovem a formação de resolvinas e proteínas, as quais limitam a inflamação e promovem a cura. Para termos ossos saudáveis, capazes de arcar com exercício e com baixo risco de osteoporose ou de artrite articular, precisamos de colagénio, cálcio, magnésio, silício, boro, vitaminas C e D, condroitina e glucosamina. Assim, não devemos descurar a ingestão de micronutrientes seja através da alimentação, seja com recurso a suplementação alimentar.

publicado por Anti-Envelhecimento às 16:58
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016

DIETA H.C.G.: EFICAZ? DISPENDIOSA?

 

As doenças crónicas são responsáveis por 2/3 das mortes. São despejados no nosso ambiente, anualmente, dois milhões de toneladas de tóxicos. Um terço da população tem obesidade e 60% de problemas digestivos … é justo dizer que estamos no meio de uma crise. As pessoas, especialmente a partir da época que se avizinha, fazem dietas pois se por um lado têm consciência do seu aspecto físico por outro lado sabem que a gordura em excesso é potencialmente perigosa. No entanto fica sempre uma dúvida metódica … qual a melhor dieta? Na realidade dietas há muitas, e todas elas oferecem uma perda de peso. Mas aqui começa a grande dúvida. Todas proporcionam, perda de gordura? Infelizmente, muito raramente o conseguem. Para que se possa perder gordura são necessários alguns pressupostos:

  • Insulina nos mínimos
  • Ingestão controlada de Hidratos de Carbono
  • Ingestão maximizada de proteína de alto valor biológico
  • Ingestão de ácidos gordos de cadeia curta
  • Afastamento de tóxicos ambientais capazes de alterar as hormonas

A dieta conhecida por HCG (modificada) permite uma perda saudável de massa gorda preservando no entanto a massa muscular. Inventada pelo médico Britânico Albert Theodore William Simeons, tem sido objecto de aperfeiçoamentos sucessivos. A descoberta centra-se na utilização de pequenas doses de uma hormona abundantemente produzida durante a gravidez – gonadotrofina coriónica humana ou HCG. Esta hormona quando em presença de uma dieta restritiva proteinada permite que não haja fome ao mesmo tempo que passa a ser possível mobilizar para degradação energética as gorduras acumuladas nos sítios mais indesejáveis ou perigosos. Mantém-se o tónus da pele e não há qualquer contra-indicação grave. A gordura de cadeia curta é termogénica, - é imediatamente usada para produção de energia e calor – pelo que é a única incluída nesta dieta, para além de pequena quantidade de gordura essencial (ómega3 e ómega6). Esta dieta permite perder quase só gordura de forma sustentada, e pode durar entre 23 e 46 dias. A duração depende dos objectivos e vontade dos pacientes. No entanto, deve ficar assegurada a ingestão das vitaminas, minerais e fitoquimicos essenciais, de forma a não gerar deficiências que desequilibrariam a saúde e objectivos da dieta. Bem orientada, esta dieta permite perder em média seis quilogramas de gordura por mês, mantendo-se o seu efeito durante muito tempo. Agora falemos do outro lado da moeda. Este tipo de tratamento é dispendioso? O preço da HCG não chega aos trinta Euros, incluindo material para aplicação. Uma consulta médica por especialista neste assunto não custará mais do que 125 Euros – incluindo ensino nutricional, pedido de análises básicas e resposta a dúvidas por telefone. A dieta H.C.G. é absolutamente Segura e Eficaz!

 

publicado por Anti-Envelhecimento às 12:54
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

A VITAMINA C REJUVENESCE A PELE

Por muito que apreciemos a sabedoria que os anos nos dão, ninguém gosta dos sinais visíveis da passagem desses anos, tais como rugas e manchas. Estes sinais são bem conhecidos: rugas na fronte, pés de galinha, perda de firmeza nas maçãs do rosto, baixa da elasticidade da pele do rosto e pescoço, e manchas. As boas notícias mostram que há uma maneira simples de abrandar e eventualmente reverter este processo de envelhecimento cutâneo. E o processo em questão até nem é dispendioso! Melhor do que aplicações de Botox ou injecções de colagénio (as quais podem ser muito perigosas), a aplicação de vitamina C melhora e recupera a qualidade da pele. Na realidade, a vitamina C promove a síntese de colagénio (proteína estrutural fundamental para termos uma boa pele), permitindo que a pele se torne fresca e firme. Na antiguidade, muitas culturas usaram pasta de pétalas de rosa (ricas em vitamina C) de forma a promover uma melhoria da qualidade da pele. Na realidade, a suplementação em vitamina C, sob várias formas, promove resultados dramaticamente positivos em pouco tempo. O maior problema dos cremes com esta vitamina reside na sua concentração a qual deve ser superior a 15%. Assim, é importante que um creme de rosto possa ser feito de forma personalizada e com as concentrações adequadas. A vitamina C ingerida tem maior dificuldade em chegar à pele em quantidades que aumentem a produção de colagénio, quer por dificuldade na sua absorção, quer por deficit na circulação cutânea. As formulações de libertação retardada podem minorar este problema, mas ainda assim não o evitam. A formulação injectável ultrapassa isto, mas é incómoda. A melhor solução será a formulação oral sob a forma de liposomas. Depois, também é muito eficaz a revitalização do rosto, pescoço e mãos com micro picadas de uma mistura rica em vitamina C, silício (promove a formação de elastina), e vaso-activos. A aplicação directa na pele mostrou ser cerca de 40 vezes mais eficaz a rejuvenescer a pele do que a ingestão oral de vitamina C. A vitamina C é muito efectiva a reduzir as lesões da pele por dois mecanismos diferentes:

  • Aumento na síntese do colagénio. Este é destruído face aos raios solares e à poluição ambiental. A inflamação, nomeadamente a inflamação silenciosa, também diminui a produção do colagénio. Com o tempo há uma diminuição na produção e um aumento da destruição do colagénio cutâneo.
  • Neutralização dos radicais livres. A vitamina C é um potente antioxidante que rapidamente neutraliza os radicais livres cutâneos, os quais por serem moléculas altamente instáveis atacam todas as estruturas na sua proximidade.

Muitos estudos clínicos demonstram que a vitamina C é capaz de rejuvenescer rapidamente a pele, reduzindo as rugas e dando-lhe um aspecto radioso e vibrante. Ao fim de 12 semanas, há uma significativa melhoria (58%) na aparência e qualidade cutânea, quer ao nível de rugas, quer ao nível de textura e luminosidade. O maior problema pode residir na estabilidade da vitamina C nas formulações em creme – nunca na formulação de revitalização pois aí a ampola de vitamina C é aberta na hora. Isto pode ser ultrapassado através da composição com vitamina E e outros antioxidantes, nomeadamente a astaxantina. Concluindo: uma terapia com vitamina C sob as três formas – oral, creme e micro picadas – tem uma acção extraordinária no rejuvenescimento cutâneo, visível ao fim de 12 semanas.

publicado por Anti-Envelhecimento às 10:15
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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016

ATAQUE À TIRÓIDE

O bócio, ou aumento da tiróide, é um problema comum. Há vários factores responsáveis por isto, nomeadamente alimentos, químicos e deficiências nutricionais. O impacto dos alimentos goitrogénicos é minorado quando a saúde da glândula e o estado nutricional são bons. Estes factores podem ajudar a manter a energia, aliviar a fadiga, a retenção de líquidos, e o aumento de peso. Os pacientes podem sentir desconforto na garganta, voz mais rouca, dificuldade na deglutição e até uma tosse crónica. Às vezes apenas se nota um inchaço no pescoço, pois nem todos os bócios dão sintomas. O inchaço da tiróide pode estar ligado quer a uma tiróide em baixa ou em alta produção. Pode traduzir-se através de nódulos solitários ou múltiplos. Goitrogénios são por definição alimentos, químicos ou mesmo medicamentos que causam o colapso na produção hormonal interferindo com a captação do iodo pela tiróide. O risco aumenta com os lacticínios, estado nutricional e exposição química. A tolerância à exposição a estes produtos aumenta com a ingestão de iodo, selénio, ferro, zinco e vitaminas A e B12. As crucíferas são consideradas alimentos potencialmente goitrogénicos pois contêm tiocianatos, os quais afectam a utilização do iodo levando a um aumento da glândula. O cozimento destes compostos das couves – couve-flor, brócolos, espinafres e couve-de-bruxelas – desactiva-os tornando-os acessíveis para a nossa alimentação. Os feijões e os amendoins também contêm estes compostos, pelo que devemos evitar o seu consumo crónico. A intolerância ao trigo (glúten), muito mais comum do que se pensa, também causa alterações na tiróide com uma resposta inflamatória auto-imune (tiroidite de Hashimoto). Os produtos derivados da soja são dos principais goitrogénicos, para além de poderem causar muitos outros problemas de saúde. O tabagismo também ataca fortemente a tiróide, bem como os percloratos – químico muito comum nos produtos de limpeza doméstica. A água com cloro, bem como o flúor e os brometos contidos em muitos medicamentos, são capazes de atacarem a glândula de uma forma crónica e insidiosa. Esteja atenta.

publicado por Anti-Envelhecimento às 15:44
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Dr. Luís Romariz

Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 27 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda pós-graduação pela Harvard Medical School, e pela Medical School of Yale University. Tem o curso de Internacional de Mesoterapia e de Medicina Estética. membro diplomado da AMME da França. É membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. Speaker internacional. É o pioneiro da medicina Anti-Aging em Portugal É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto.

Medicina Anti-Envelhecimento

Especialidade médica (Age Management Medicine) nascida há cerca de 8 anos nos EUA e que encara o envelhecimento como uma doença da qual conhecemos as principais causas e os sintomas, mas que ainda não é curável.
Não sendo curável é no entanto possível retardar o seu aparecimento e praticamente suprimir os sintomas. Isto consegue-se à custa de:
- Medicina preventiva proactiva, curativa de tecnologia de ponta, e harmonização hormonal.
- Nutrição optimizada e suplementada.
- Exercício físico sustendato e hormonalmente optimizado.

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